PREFÁCIO – Teresa Arruda Alvim Wambier
NOTA À 2.ª EDIÇÃO
LISTA DE ABREVIATURAS
INTRODUÇÃO
A execução civil à luz dos novos princípios
Problemas a serem enfrentados
Capítulo I
TEORIA GERAL DA EXECUÇÃO CIVIL
Tutela jurisdicional e execução forçada
Espécies de ações executivas
Espécies de medidas executivas
Partes e terceiros na execução
Responsabilidade executiva
Capítulo II
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA EXECUÇÃO CIVIL
Princípios jurídicos
A função dos princípios jurídicos. Normas e princípios jurídicos
Formulação dos princípios jurídicos
Princípios informativos e princípios fundamentais
Princípios fundamentais da tutela jurisdicional executiva
Capítulo III
Princípios da Nulla Executio Sine Titulo e da Execução Sem Título Permitida
Definição dos princípios
Facilidade de superação das teorias baseadas exclusivamente em leis vigentes. As recentes reformas e a necessidade de reconsideração das teorias relativas ao título executivo ou de elaboração de outras, capazes de abranger amplamente as novas estruturas jurídicas
Execução cum titulo e execução sine titulo. Breves referências históricas
Execução sine titulo nas legislações modernas. Primeira referência à ação monitória
A necessidade do título executivo para a realização de todos os atos executivos, inclusive os atos executivos satisfativos. Confronto entre os direitos italiano e brasileiro. Em particular a prescindibilidade do título executivo, naquele ordenamento jurídico, para se participar do concurso singular de credores
Imprescindibilidade do documento na configuração do título executivo. A eficácia executiva de atos orais e de documentos eletrônicos
Execução da decisão que antecipa efeitos da tutela e título executivo. A falsidade da máxima ubi executio, ibi titulus
Cont. Ainda a realização de atos executivos na mesma relação jurídico-processual. As sentenças executivas
Significado dos princípios da nulla executio sine titulo e da execução sem título permitida
Teoria geral do título executivo
Natureza jurídica do título executivo
O papel da norma jurídica na definição do título executivo. A abstração do título executivo
Título executivo e prescindibilidade da certeza
Sanção, condenação e título executivo
Cont. O título executivo como fato jurídico
O documento (ou “representação documental típica”) na configuração do título executivo
Título executivo em sentido substancial e título executivo em sentido formal
Título executivo como suporte fático ao qual a norma atribui eficácia executiva
Estrutura e requisitos do título executivo
Tipicidade, segurança e função do título executivo
Distinção entre requisitos do título executivo e do dever nele veiculado
Certeza: revisão dos conceitos e tentativa de uniformização terminológica. Distinção entre certeza e liquidez
Liquidez
Exigibilidade
Títulos executivos judiciais e extrajudiciais. Importância da distinção. Identificação dos títulos executivos parajudiciais ou mistos
Efetividade e controle do título executivo
A abstração do título e o alcance vertical dos atos executivos. A adoção do princípio da nulla executio sine titulo e sua relação com a vedação (absoluta ou relativa) de oposição do executado
A criação do título executivo para certos créditos. Possibilidade (virtual) de controle, pelo Poder Judiciário, acerca da opção legislativa. O princípio da proporcionalidade e os abusos dos órgãos legislativos
Possibilidade de suspensão da execução por ação autônoma
Afastamento do efeito suspensivo dos embargos à execução
Capítulo IV
PRINCÍPIO DA AUTONOMIA E PRINCÍPIO DO SINCRETISMO ENTRE COGNIÇÃO E EXECUÇÃO
Considerações introdutórias. As diversas acepções do princípio da autonomia da execução e a tendência para o sincretismo entre cognição e execução
Breve remissão histórica das causas da autonomia entre processo de conhecimento e de execução. A suposta incompatibilidade entre as atividades realizadas no processo de conhecimento e de execução
O princípio da autonomia da execução no direito brasileiro atual
Os elementos que permitem constatar que o princípio foi adotado pelo direito brasileiro
Principal conseqüência da adoção do princípio da autonomia: imprescindível pureza das atividades a serem realizadas nos processos de conhecimento e no processo de execução
A inter-relação dos processos de conhecimento e de execução
Cont. Desconstituição dos atos executivos por ação autônoma paralelamente ou após a extinção do processo de execução
Cont. Possibilidade de repetição de indébito, após a extinção da execução, na hipótese de inexistência ou nulidade da obrigação
Manifestações do princípio do sincretismo entre cognição e execução no direito brasileiro
Teoria geral da sentença executiva (as denominadas ações executivas lato sensu)
Importância da sentença condenatória no direito atual
Distinção entre sentença condenatória e sentença executiva
Visão geral da doutrina brasileira a respeito do tema. Diversidade de critérios para a distinção entre sentenças condenatórias e executivas
Restrição da tutela executiva lato sensu à tutela dos direitos reais (ou absolutos)
Cont. As ações que têm por objeto a entrega de coisa (CPC, art. 461-A)
Primeira referência à ação mandamental. Distinção preliminar entre sentenças condenatória, executiva e mandamental
16.5 Oposição aos atos executivos nas denominadas ações executivas lato sensu
Pronunciamentos judiciais de execução imediata fundados em cognição sumária
A antecipação dos efeitos executivos da tutela e a natureza jurídica da ação na qual a antecipação é concedida
Ainda a execução na ação monitória
Cognição não definitiva e execução
A cognição no processo de execução e a exceção (ou objeção) de pré-executividade
A cognição ordinariamente realizada pelo juiz no processo de execução. Distinções necessárias. O juízo de admissibilidade da petição inicial no processo de execução
Distinção preliminar entre exceções e objeções
Cont. Argüição das exceções e das objeções no processo de execução. As exceções de pré-executividade
Capítulo V
PRINCÍPIOS DA TIPICIDADE E DA ATIPICIDADE DAS MEDIDAS EXECUTIVAS E PRINCÍPIOS CORRELATOS. OS PODERES DE EXECUÇÃO DO JUIZ E SEUS LIMITES
Execução por sub-rogação e por coerção. Tendência doutrinária no sentido da restrição da tutela jurisdicional executiva à execução por sub-rogação. Execução por coerção e sentença condenatória
Correlação entre a atuação executiva e o resultado prático pretendido
Tipicidade e atipicidade das medidas executivas e concentração dos poderes de execução do juiz. Critérios essenciais para o estabelecimento de medidas executivas
Ainda os limites aos poderes de execução do juiz. Os princípios do meio mais idôneo e da menor restrição possível (ou da menor onerosidade) e a execução por sub-rogação
Fecundidade dos princípios mesmo diante da tipicidade das medidas executivas
Atipicidade da execução da decisão que antecipa os efeitos da tutela
Deveres de fazer infungíveis e medidas executivas sub-rogatórias. Relativização do conceito e “resultado prático equivalente”
O exemplo da sentença substitutiva da declaração de vontade. Infungibilidade natural e infungibilidade jurídica
Execução específica de obrigação de fazer e não fazer contra o Estado. Especialmente a possibilidade de substituição do agente do Poder Público para o cumprimento de dever de fazer e de entregar coisa
Tutela executiva ressarcitória, reparação fluida e o fundo de defesa dos direitos coletivos (lato sensu). Possibilidade de intervenção do juiz da execução na gestão do fundo
Cont. Os poderes de execução do juiz em relação às medidas coercitivas (execução indireta)
Breve referência histórica. Da manus injectio no direito romano à regra nemo potest cogi ad factum do direito liberal francês. O princípio da intangibilidade corporal em razão de dívidas e o princípio da patrimonialidade
As medidas coercitivas previstas no CPC
Infungibilidade natural (ou material) e jurídica e cabimento das medidas coercitivas
As medidas coercitivas patrimoniais no direito brasileiro
As astreintes no direito francês e os arts. 287, 461, 461-A, 644 e 645 do CPC
Limites quantitativos da multa
Termo inicial e termo final da incidência da multa. A questão da exigibilidade da multa fixada liminarmente
A prisão civil como medida executiva coercitiva
A prisão do devedor na execução de alimentos
A questão da constitucionalidade da prisão do depositário infiel
Cabimento da prisão civil por força do art. 461, § 5.º, do CPC
A tutela mandamental e sua importância crescente no direito brasileiro
Injuctions e contempt of court. Influência dos valores da common law no direito brasileiro. Breve referência às medidas coercitivas pessoais existentes em outros ordenamentos jurídico-processuais
Breve distinção preliminar: prisão por dívidas e prisão decorrente do descumprimento de ordem
Ainda a distinção entre sentença condenatória e sentença mandamental
Restrição da tutela mandamental à violação dos “deveres legais”, com exclusão das “obrigações convencionais”. Aplicabilidade do art. 461, § 5.º, do CPC à execução de título executivo judicial ou extrajudicial
Insuficiência das classificações doutrinárias existentes. Expedição de ordem judicial em caráter principal e incidental, ex officio ou mediante requerimento da parte
Cumprimento da ordem ou da obrigação?
A questão da ordem sob pena de multa. Nova concepção de tutela mandamental
Distinção entre as medidas dos arts. 461 e 461-A do CPC e do art. 14, inc. V e parágrafo único do CPC
CONCLUSÕES
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE ALFABÉTICO-REMISSIVO
OBRAS PUBLICADAS NESTA COLEÇÃO
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