ESCORÇO HISTÓRICO
Considerações preliminares
Evolução histórica do direito de defesa: as ordálias ou Juízos de Deus, a Inquisição e a Revolução Francesa
O direito de defesa após o período humanitário
O DIREITO DE DEFESA
Sua corporificação
Bilateralidade e contraditório
Natureza jurídica
Espécies de defesa
Defesa contra o processo e defesa de mérito
Inexistência de lide penal. Funções do Ministério Público
Direito de defesa e a máxima in dubio pro reo
Repercussão
INVESTIGAÇÕES PRELIMINARES E DIREITO DE DEFESA
Inquérito policial e direito de defesa
O inquérito policial e a idoneidade do habeas corpus como meio de defesa para seu trancamento
Condenação com base nas provas colhidas unicamente em inquérito policial. A qualidade das testemunhas. Depoimentos de policiais
Identificação datiloscópica e habeas corpus
Inquérito judicial falimentar e direito de defesa
PRISÃO PREVENTIVA E DIREITO DE DEFESA
A prisão provisória como medida de exceção
Prisão em flagrante e preventiva: finalidade
Prisão preventiva: os motivos permissivos extrínsecos de decretação, o direito de defesa e o nemo tenetur se detegere
Pressupostos objetivos intrínsecos de decretação
Fundamentação do despacho
Momento para a decretação
Prisão preventiva e excesso de prazo no término da instrução
Prisão preventiva e contravenção
Prisão preventiva e co-autoria
DENÚNCIA E DIREITO DE DEFESA
Denúncia e delimitação do direito de defesa pela exposição do fato criminoso
Exposição do fato apontado como delituoso
Qualificação do réu e da vítima
Classificação do crime
Rol de testemunhas
Despacho de recebimento da denúncia nos crimes em geral e nos crimes falimentares
COMUNICAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS E DIREITO DE DEFESA
A comunicação dos atos processuais como nota da contrariedade
Formas de comunicação
Citação pessoal: considerações preliminares
Citação pessoal: mandado
Citação pessoal: precatória e rogatória
Citação pessoal: requisição do funcionário público, do militar e do preso
Citação ficta: fundamento e pressupostos
Citação ficta: edital, formalidades
Ausência de citação, omissão de formalidade essencial e convalescimento da eiva
Revelia
Disposições comuns
INTERROGATÓRIO DO RÉU E DIREITO DE DEFESA
Conceito e natureza jurídica
Natureza do direito de defesa que enseja o interrogatório. Posição recomendável
Presença do defensor e do curador no interrogatório
Falta de interrogatório e momento de efetivação
Condução coercitiva e interrogatório. Finalidade
Modo de efetivação
Interrogatório no júri
Interrogatório por precatória
Interrogatório e prisão em flagrante
Chamada de co-réu e o direito de defesa
DO DEFENSOR DO RÉU
Defensor e procurador
Do direito de eleger o defensor. O defensor constituído. Situações que podem surgir: sua recusa, renúncia, ausência ou morte
Do defensor dativo
Revelia e constituição de defensor
Único defensor para vários réus. Defesas colidentes
Defesa exercida por pessoa não habilitada
Considerações finais e comuns às defensorias dativa e constituída
DO CURADOR DO RÉU MENOR
Considerações preliminares
Réu emancipado
Réu menor que atinge a maioridade
Curador e habilitação técnica
Falta de nomeação de curador. A mera nomeação de defensor. Réu que mente a respeito da idade
O curador e o interrogatório do réu menor
Revelia do réu menor
Falta de nomeação de curador no inquérito policial
Considerações derradeiras
AUSÊNCIA DE DEFESA E DEFESA DEFICIENTE
Falta e abandono de defesa. Compreensão. A defesa prévia, a fase do art. 499, as alegações finais e as razões e contra-razões de recurso. Quando é indispensável a intimação
A indisponibilidade da defesa técnica e sua deficiência
Defesa preliminar nos crimes de responsabilidade dos funcionários públicos
Ato instrutório por precatória e direito de defesa
Prova emprestada
SENTENÇA PENAL E DIREITO DE DEFESA
Processo, sentença, requisitos e direito de defesa
Relatório
Motivação
Conclusão
Motivação da pena
Indicação dos dispositivos legais
O PRINCÍPIO IMPEDIENTE DA MUTATIO LIBELLI E A DESCLASSIFICAÇÃO DO DELITO
A proibição de julgamento extra petita em prol do direito de defesa do réu
Natureza relativa da proibição, a desclassificação do delito e seu momento
Desclassificação do crime: nova definição jurídica e classificação jurídico-penal dispositiva
Posição do magistrado após a desclassificação
A desclassificação do delito na fase recursal
INTIMAÇÃO DA SENTENÇA CONDENATÓRIA E DIREITO RE-CURSAL DE DEFESA
Necessidade de intimação da sentença penal condenatória ao acusado e a seu defensor, constituído ou dativo. Quando e como se considera efetivada a intimação
Colocação ordenada da intimação do advogado
Intimação editalícia
Intimação por carta precatória
Intimação da sentença ao curador do réu menor
Do direito recursal
Recurso do defensor e oposição pelo réu. Desistência
Direito recursal, dies a quo e diversidade entre a data certificada da intimação e a aposta com o “ciente”
Direito recursal e interposição do recurso por forma inusitada e não prevista em lei. O princípio da fungibilidade recursal
Direito recursal e mandado de prisão não cumprido
Intimação da sentença de teor não condenatório. Direito recursal e interesse para recorrer de réu que não foi condenado
Reformatio in pejus e direito recursal
Reformatio in mellius no direito recursal
Coisa julgada: direito do réu julgado por órgão judiciário incompetente ratione materiae?
Coisa julgada e crime continuado
Rejeição da denúncia e contra-razões de recurso em sentido estrito
DIREITO DE APELAR E DE RECORRER EM LIBERDADE
Natureza da normas concessivas do direito
A primariedade como requisito
Os bons antecedentes como requisito
Réu anteriormente preso
Da necessidade de exercício pleno do direito recursal
LIMITES AO DIREITO DE DEFESA
Compreensão
O art. 410 do CPP e a preclusão como exemplos
Ponto fulcral
DEFESA CRIMINOSA E DEFESA PENAL TÍPICA NO PROCESSO PENAL
Direito de defesa e liberdade de agir
A liberdade de agir, seus limites e a violação de dispositivos penais
Alcance da liberdade de agir
Defesa penal típica e defesa criminosa
Participação de terceiros na defesa penal típica
Conclusão
PROVA ILÍCITA E DEFESA PENAL TÍPICA
Prova ilícita e defesa penal típica: compreensão e diversificação
Prova ilegal, ilegítima e ilícita
Colocação do problema
Tese da inadmissibilidade processual da prova ilícita
Nossa posição e a admissibilidade da eficácia jurídica
Posição brasileira atual
BIBLIOGRAFIA
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