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Simule seu Prazo de entregaCRIMINOLOGIA INTEGRADA, 4.ª edição
dedicatória
homenagem póstuma
agradecimento
PREFÁCIO À 4.ª EDIÇÃO
nota explicativa à 4.ª edição
1. CRIMINOLOGIA
1.1 Considerações de aspecto genérico
1.2 Considerações de aspecto específico
1.3 Conceito e definição
1.4 Objeto
1.5 Método
1.6 Unicidade da Criminologia
2. CARÁTER CIENTÍFICO DA CRIMINOLOGIA
2.1 Direito Penal e Criminologia
2.2 Conceituações e divisões da Criminologia
2.3 Classificação de Luis Jimenez de Asúa
2.4 Ramos e atribuições da Criminologia
3. RELACIONAMENTO DA CRIMINOLOGIA COM OUTRAS CIÊNCIAS
3.1 A denominada Enciclopédia das Ciências Penais
3.2 Relação da Criminologia com o Direito Penal e Ciências afins
3.3 Criminologia e Medicina Social
4. VIDA HUMANA, SOCIEDADE E CRIME
4.1 Aparecimento da vida e do homem
4.2 Sociedade e o crime
4.3 Fato criminoso
4.4 Crime como fenômeno individual e coletivo
4.5 Identidade do crime
5. HISTÓRIA DA CRIMINOLOGIA
5.1 Período da evolução da Criminologia
5.2 Período da Antiguidade aos precursores da Antropologia Criminal
5.3 Idade Média
5.4 Ciências ocultas
5.5 Precursores da Criminologia
5.6 Filósofos e pensadores
5.7 Frenologia
5.8 Período de Antropologia Criminal
5.9 Classificação dos criminosos de Lombroso
5.10 Críticas à teoria de Lombroso
5.11 Enrico Ferri e a Sociologia Criminal
5.12 Classificação de criminosos de Ferri
5.13 Raphael Garófalo
5.14 Delitos legais e delitos naturais
5.15 Classificação de criminosos de Garófalo
5.16 Período de Sociologia Criminal
5.17 Augusto Comte
5.18 Adolphe Quetelet
5.19 Teorias antropossociais
5.20 Teorias sociais propriamente ditas
5.21 Teorias socialistas
5.22 Síntese das teorias sociais
5.23 Período de Política Criminal
5.24 Terza Scuola
5.25 Escola Espiritualista
5.26 Escola Neoespiritualista
5.27 Escola de Política Criminal
5.28 Sintetizado da evolução da Criminologia
6. AGRESSIVIDADE HUMANA
6.1 Agressividade do homem
6.2 Natureza da agressividade humana
6.3 Agressividade e violência
7. BIOTIPOLOGIA CRIMINAL
7.1 Generalidades
7.2 Introito genético
7.3 Perspectivas da genética humana
7.4 Reprodução
7.5 Considerações biotipológicas
7.6 Tipologia morfocaracterológica de Nicola Pende e a endocrinologia
7.7 Biotipologia científica de Ernst Kretschmer
7.8 Reparos às observações de Pende e Kretschmer
7.9 Somato-tipos de William Sheldon
8. CRIMINOGENIA E SUA FATORAÇÃO
8.1 Fatores sociobiológicos
8.2 Atavismo orgânico e psíquico
8.3 Cromossomo XYY
8.4 Cromossomos sexuais
9. CRIMINOLOGIA CLÍNICA
9.1 Campo de atuação
9.2 Genética e criminologia
9.3 Gemelidade
9.4 Herança patológica
9.5 Fatores genéticos e fatores ambientais
9.6 Taras principais
9.7 Caráter e narcisismo
9.8 Ciclotímicos e esquizotímicos
9.9 Personalidades psicopáticas e distúrbios da personalidade
9.10 Classificação das moléstias mentais
9.11 Neuroses
9.12 Psicoses
9.13 Oligofrenias
9.14 Desvios sexuais e criminologia
9.15 Tipos de transtornos sexuais
9.16 Parafilias
10 . NOTAÇÕES SOBRE O EXAME CRIMINOLÓGICO
10.1 Exame criminológico propriamente dito
10.2 Exame morfológico
10.3 Exame funcional
10.4 Exame psicológico
10.4.1 Provas de nível mental
10.4.2 Os traços característicos de sua personalidade
10.4.3 Grau de agressividade
10.5 Exame psiquiátrico
10.6 Exame moral
10.7 Exame social
10.8 Exame histórico
10.9 Sinopse dos exames
10.10 Enfeixamento do exame criminológico
10.11 Diagnose
10.12 Prognose
10.13 Tratamento delinquencial
10.14 Cessação do exame criminológico
11. CARACTEROLOGIA
11.1 Abordagem geral
11.2 Teses e conclusões caracterológicas
12. ESTRUTURALISMO PSICOLÓGICO DO DELITO
12.1 Psicologia do delito
12.2 Fases intrapsíquicas da ação delituosa
12.3 Fronteiras psicológica e judiciária do delito
12.4 Psicofisiologia
12.5 Psicofisiologia criminal
12.6 Secreções endócrinas
12.7 Fatores psicológicos do ato delitivo
12.8 Dinâmica psicológica do ato criminoso
12.9 Personalidade e ação delituosa
12.10 Teoria psicológica do crime: o papel da personalidade
13. A PREVENÇÃO DA CRIMINALIDADE
13.1 Prevenção
13.2 Estimulantes e inibidores criminógenos
13.3 Posição de Bentham e de Ferri
13.4 Esforço internacional na prevenção da delinquência
13.5 Prevenção predelitiva
13.5.1 Ligeira amostragem
14. REINCIDÊNCIA CRIMINAL. REGENERAÇÃO DOS CRIMINOSOS. PERICULOSIDADE
14.1 Reincidência criminal
14.2 Regeneração dos criminosos
14.3 Periculosidade
15 . TERAPÊUTICA CRIMINAL. REPRESSÃO CRIMINAL
15.1 Terapêutica criminal
15.2 Repressão criminal
16 . FATORES EXÓGENOS GERAIS E A CRIMINALIDADE
16.1 Meio circundante natural
16.2 Meteorologia criminal
16.3 Higiene e criminalidade
16.4 Nutrição e criminalidade
16.5 Geografia criminal e sua fatoração
16.6 Sociologia criminal do meio circundante
16.7 Teoria da etiquetagem
17. FATORES SOCIAIS DE CRIMINALIDADE
17.1 Sistema econômico
17.2 Pobreza
17.3 Miséria
17.4 Malvivência
17.5 Fome e desnutrição
17.6 Civilização, cultura, educação, escola e analfabetismo
17.7 Casa
17.8 Rua
17.9 Desemprego e subemprego
17.10 Profissão
17.11 Guerra
17.12 Industrialização
17.13 Urbanização e densidade demográfica
17.14 Migração e imigração
17.15 Política
17.16 Devastação do meio ambiente e dos ecossistemas
17.17 Sistema prisional
17.18 Sensação geral de impunidade
17.19 Pseudos movimentos culturais
18. CAUSAS INSTITUCIONAIS DE CRIMINALIDADE
18.1 Polícia
18.2 Justiça
18.2.1 A Justiça e a noção do justo
18.3 Anomia
18.4 Prisão
18.5 Raça
18.6 Sexo
18.7 Idade
18.8 Ocasionalidade
18.9 Contágio moral
18.10 Televisão
18.11 Romance
18.12 Cinema
18.13 Rádio
18.14 Revistas e jornais
18.15 Teatro
18.16 Jogo
18.17 Religião
18.18 Prostituição
18.19 Internet
19. GEOPOLÍTICA DO CRIME
20. POLÍTICA CRIMINAL. MODIFICADORES DA CAPACIDADE DE IMPUTAÇÃO
20.1 Política Criminal
20.2 Modificadores da capacidade de imputação
21. IDEOLOGIA CRIMINAL
21.1 Valoração social
21.2 Estímulo-resposta
21.3 Estímulo ideológico
21.4 Meios de comunicação de massa
21.5 Televisão
22. POLÍCIA E IMPRENSA NA PROFILAXIA DO CRIME
22.1 Digressões gerais
22.2 Polícia e a profilaxia criminal
22.3 Imprensa e a profilaxia criminal
23. ATOS ANTISSOCIAIS DOS MENORES
23.1 Realidade factual
23.2 Posição do Estado
23.3 Estatuto da Criança e do Adolescente
23.4 Algumas considerações sobre o menorismo
23.5 Considerações finais
24. MICRO E MACROCRIMINALIDADE. CRIME DE COLARINHO BRANCO. CRIME ORGANIZADO
24.1 Microcriminalidade
24.2 Crime de colarinho branco
24.3 Apreciação legal
24.4 Crime organizado
24.5 Terrorismo. Ação de grupos radicais
25. VITIMOLOGIA
25.1 Histórico
25.2 Noção e alcance da Vitimologia
25.3 Dupla criminoso-vítima
25.4 Vítimas autênticas
25.5 Concepção de Benjamin Mendelsohn
25.6 Tipos de vítima e sua classificação
25.7 Vitimologia radical
25.8 Compensação à vítima do dano decorrente do delito
25.9 Classificação vitimológica de Hans Von Hentig
25.10 Arremate
26. CRIMINOLOGIA DIALÉTICA OU CRÍTICA
26.1 Considerações gerais
26.2 Criminologia fenomenológica
26.3 Criminologia dialética ou crítica, suas outras denominações e conceitos
26.4 Pensamento radical de Juary Cirino dos Santos
26.5 Posição de Roberto Lyra Filho
26.6 Teses da Criminologia dialética ou crítica
27. CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMINOSOS
27.1 Considerações gerais e considerações de Hilário Veiga de Carvalho
27.2 Classificações de outros autores mencionadas na obra de Hilário Veiga de Carvalho
27.3 Classificação de criminosos de Hilário Veiga de Carvalho
27.4 Classificação de criminosos de Newton Fernandes e Valter Fernandes
27.5 Paixões
27.6 Crime dos apaixonados
27.7 Criminoso situacional
27.8 Classificação atual de criminosos de Newton Fernandes e Valter Fernandes
27.9 Novamente a classificação proposta por Newton Fernandes e Valter Fernandes
27.10 Delinquência virtual
27.11 Interesse criminológico pela Criminalidade Virtual
27.12 Pedofilia
27.13 Pirataria fonográfica
28. PENOLOGIA
28.1 A pena através dos tempos
28.2 A pena segundo as escolas penais
28.3 Pena e penologia
28.4 Pena privativa de liberdade
28.5 Sistemas penitenciários
28.6 Sugestões à situação prisional
28.7 Medida de segurança
28.8 Pena de morte
28.9 A pena de morte segundo Newton Fernandes
28.10 A pena de morte segundo Valter Fernandes
28.11 Eutanásia
28.12 Aborto
28.13 Suicídio
29. TOXICOMANIAS
29.1 Conceito e abordagem genérica
29.2 Regressão histórica
29.3 Farmacodependência
29.4 Aspectos farmacológicos e enfoque descritivo das drogas
29.5 Apreciação das variegadas toxicomanias
29.6 Prevenção e combate ao uso de drogas
29.7 Diagnóstico, prognóstico e tratamento das toxicomanias
29.8 Presença de fármacos nos humores orgânicos
29.9 Consumo e produção mundial de drogas
29.10 Droga e criminalidade
29.11 Alcoolismo
29.12 A polêmica da liberalização da maconha
29.13 Drogas com outra rotulação
29.14 Carta de um viciado terminal ao genitor
29.15 Complementação
30. GLOBALIZAÇÃO E CRIME
31. DESAJUSTADOS SOCIAIS
31.1 Exposição geral
31.2 Malvivência
31.3 Prostituição por profissão
31.4 Egressos das prisões
31.5 Egressos dos manicômios judiciários
31.7 Liberados dos internatos para infratores
31.7 Homossexualismo
32. DEFESA SOCIAL
33. HOMICIDAS SERIAIS
33.1 Abordagem inicial
33.2 Inglaterra
33.3 Estados Unidos
33.4 Colômbia
33.5 Brasil
33.6 Rússia
33.7 Grécia
33.8 Irã
33.9 Paquistão
33.10 França
33.11 Ponderação derradeira
34. CRIMINALIDADE FEMININA
35. LEI BRASILEIRA DOS CRIMES HEDIONDOS
36. ESTATUTO BRASILEIRO DO DESARMAMENTO
37. LAVAGEM DE DINHEIRO
38. CLONAGEM HUMANA
39. CRIMINOLOGIA INTEGRADA E ÚNICA. ENFOCAÇÃO FINAL
39.1 Criminologia Integrada e única
39.2 Enfocação final
40. Posfácio
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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