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Curso de Direito Penal
ABREVIATURAS DE AUTORES E OBRAS
SIGLAS UTILIZADAS
PREFÁCIO À QUARTA EDIÇÃO
PREFÁCIO À TERCEIRA EDIÇÃO
PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃO
PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃO
TÍTULO I. O SISTEMA PENAL
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Missão e limites do Direito Penal
2. O sistema penal
3. O sistema positivo penal
4. Elementos do sistema
5. O sistema penal para a criminologia crítica
CAPÍTULO II. O SISTEMA POSITIVO VIGENTE
6. As normas constitucionais
7. As normas infraconstitucionais penais
8. As normas infraconstitucionais extrapenais
Seção I. O Direito Penal Fundamental
9. Conceito
10. Código Penal
Seção Ii. O Direito Penal Complementar
11. Conceito
12. As leis penais especiais
A. Crimes
B. Contravenções
13. A consolidação das leis penais
Seção Iii. Tentativas de Consolidação das Leis Especiais
14. O Anteprojeto de 1984
15. A revisão do Anteprojeto de 1984
16. O esboço de 1994
A. A necessidade da reforma
B. A não conclusão dos trabalhos
C. A indiferença oficial
17. O Anteprojeto de 1998
A. O aproveitamento do Esboço
B. A publicação do anteprojeto
C. A Comissão de Revisão
D. A paralisação dos trabalhos
18. As leis penais de reforma
Seção Iv. O Direito Penal Comum
19. Conceito
20. Exemplos
Seção V. O Direito Penal Especial
21. Conceito
22. Exemplos
CAPÍTULO III. MOVIMENTOS DE REFORMA DO SISTEMA
Seção I. O Movimento de Lei e Ordem
23. Noções gerais
24. O discurso político do crime
25. Meios de comunicação, violência e criminalidade
26. A globalização e os rumos da Política Criminal
27. As propostas de criminalização e agravação das penas
Seção Ii. O Movimento Abolicionista
28. Noções gerais
29. A abolição da pena de prisão
30. A deslegitimação do sistema penal
31. O discurso anárquico
32. Mudanças sociais e sistemas legais
Seção Iii. O Movimento Crítico
33. Noções gerais
34. O positivismo jurídico
35. O dogmatismo jurídico
36. A inflação legislativa
37. O princípio da intervenção mínima
38. Propostas fundamentais
Seção Iv. O Sistema Penal Consensual
39. Noções gerais
40. Formas da justiça penal consensual
41. A despenalização judicial
42. Alternativas à jurisdição penal
TÍTULO II. A CIÊNCIA DO DIREITO PENAL
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. As ciências naturais
2. As ciências humanas
3. A ciência do Direito Penal
CAPÍTULO II. O ESTUDO DO DIREITO PENAL
4. O problema do método
5. A exegese
6. A dogmática
7. A hermenêutica
8. A crítica
CAPÍTULO III. NATUREZA E FINS DO DIREITO PENAL
9. Noções gerais
A. Direito objetivo e direito subjetivo
B. Distinção fundamental
10. Conceito
11. Denominação
Seção Única. Caracteres Fundamentais
12. Caráter positivo
13. Caráter público
14. Caráter autônomo
15. Caráter sancionatório
16. Caráter constitutivo
17. Caráter original
18. Caráter valorativo
19. Caráter coercitivo
CAPÍTULO IV. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO DIREITO PENAL
20. O princípio da humanidade das sanções
21. O princípio da presunção de inocência
Seção I. O Princípio da Anterioridade da Lei Penal
22. Precisão terminológica
23. O marco constitucional
24. A norma penal
25. Os textos internacionais
§ 1.º Os Marcos Legislativos Históricos
26. A antiguidade romana e germânica
27. A “Magna Charta Libertatum”
28. A Carta Magna leonesa
§ 2.º As Declarações de Direitos
29. As declarações do século XVIII
30. As declarações dos séculos XIX e XX
§ 3.º As Garantias Fundamentais
31. A garantia natural
32. A garantia política
Seção II. O Princípio da Taxatividade da Norma Incriminadora
33. Natureza e função do princípio
34. O problema dos tipos penais abertos
A. Conceito
B. Hipóteses
Seção III. O Princípio da Aplicação da Lei Mais Favorável
35. Noções gerais
36. Irretroatividade da lei mais grave
37. Retroatividade da lei mais favorável
Seção IV. O Princípio da Proteção dos Bens Jurídicos
38. Bem jurídico e interesse jurídico
A. Bem jurídico e objeto do crime
39. O princípio do bem jurídico
40. O princípio da lesividade (ofensividade)
A. O direito penal do autor
B. O direito penal do fato
Seção V. O Princípio da Culpabilidade
41. A dignidade da pessoa humana
42. A responsabilidade em função da culpa
Seção VI. O Princípio da Proporcionalidade da Pena
43. Os limites das sanções penais
44. A justa retribuição
Seção VII. O Princípio da Individualização da Pena
45. Consagração constitucional
46. O dogma da personalidade da pena
47. A pessoa física como agente da infração penal
48. A pessoa física como objeto da individualização da pena
Seção VIII. O Princípio da Intervenção Mínima
49. Natureza e função do princípio
50. Consagração constitucional
51. O princípio da insignificância
52. Intervenção mínima e insignificância
Seção IX. Outros Princípios
53. O princípio da necessidade das reações penais
54. O princípio da utilidade social
CAPÍTULO V. FORMAS DE MANIFESTAÇÃO DO DIREITO PENAL
55. A legislação
A. A lei
B. Outros documentos normativos
56. A doutrina
57. A jurisprudência
CAPÍTULO VI. POLÍTICA CRIMINAL E DIREITO PENAL
58. Noções gerais
59. Conceito de Política Criminal
60. Dogmática realista
Seção I. Criminalização e Descriminalização
61. Noções gerais
62. A criminalização
63. A descriminalização
A. Descriminalização formal
B. Descriminalização informal
C. Descriminalização e o princípio da intervenção mínima
64. A neocriminalização
65. A desjudiciarização
Seção II. Penalização e Despenalização
66. Noções gerais
67. A penalização
68. A despenalização
A. Despenalização formal
B. Despenalização informal
CAPÍTULO VII. DIREITO PENAL E CRIMINOLOGIA
69. A integração entre o Direito Penal e a Criminologia
70. A experiência brasileira
Seção I. Conceito, Método, Objeto e Função da Criminologia
71. Conceito
72. Método e técnicas de investigação
A. O método
B. As técnicas de investigação
73. Objeto
74. Funções
Seção II. Perspectivas e Modelos de Investigação Criminológica
75. A Criminologia clássica
76. A criminologia positivista
77. A criminologia socialista
78. A sociologia das condutas desviantes
79. A perspectiva interacionista
80. A criminologia radical
CAPÍTULO VIII. DIREITO PENAL E VITIMOLOGIA
81. Noções gerais
82. Conceito de vítima
A. Sujeito passivo
B. Terceiro prejudicado
83. A vítima nos tipos legais de crimes
84. Comportamento da vítima e medida da pena
85. Indicações legais da reparação do dano
86. A vítima e os rumos da Política Criminal
A. A reação comunitária
B. Eventos internacionais e textos de proteção das vítimas
C. A perspectiva brasileira
D. Novas formas de proteção legal
CAPÍTULO IX. RELAÇÕES ENTRE O DIREITO PENAL
E OUTRAS CIÊNCIAS
JURÍDICAS
87. Direito Constitucional
88. Direito Processual Penal
89. Direito de Execução Penal
90. Direito Penitenciário
91. Direito Civil
92. Direito Administrativo
93. Direito Ambiental
94. Direito Comercial
95. Direito Econômico
96. Direito Tributário
97. Direito Previdenciário
98. Direito do Trabalho
99. Direito Eleitoral
100. Direito Internacional Público
101. Direito Disciplinar
102. Outras ciências jurídicas conexas
103. Importância das relações entre os ramos jurídicos
CAPÍTULO X. RELAÇÕES ENTRE O DIREITO PENAL E OUTRAS CIÊNCIAS DA CONDUTA
104. Direito Penal e Filosofia
105. Direito Penal e Sociologia
106. Direito Penal e Psicologia
CAPÍTULO XI. RELAÇÕES ENTRE O DIREITO PENAL E OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO
107. Direito Penal e História
108. Direito Penal e Arte
109. Direito Penal e Literatura
110. Direito Penal e Religião
CAPÍTULO XII. CIÊNCIAS AUXILIARES DO DIREITO PENAL
111. Medicina Legal
112. Psicologia Judiciária
113. Psiquiatria Forense
114. Polícia Científica
115. Criminalística
116. Estatística Criminal
TÍTULO III. PERSPECTIVA HISTÓRICA DO DIREITO PENAL
CAPÍTULO I. OS TEMPOS PRIMITIVOS
1. A história da pena é a história da humanidade
2. Origens místicas e religiosas
3. A perda da paz e a vingança de sangue
4. Um direito penal do terror e do martírio
5. A evolução das penas primitivas
6. O talião
7. A composição
8. A pena pública
CAPÍTULO II. OS SISTEMAS ANTIGOS
Seção I. O Direito Penal do Antigo Oriente
9. Noções gerais
10. China
11. Pérsia
12. Assíria
13. Japão
14. Índia
15. Egito
16. Israel
Seção II. O Direito Penal Greco-Romano
17. Noções gerais
18. O Direito Penal grego
19. Fundamentos e fins da pena
20. O Direito Penal romano
Seção III. O Direito Penal Germânico
21. Noções gerais
22. Institutos típicos
23. Caráter privado das infrações
Seção IV. O Direito Penal Canônico
24. Noções gerais
25. O instrumento espiritual de castigo
26. Aspectos relevantes quanto ao delito e à pena
27. Institutos da teoria do crime
CAPÍTULO III. O DIREITO PENAL COMUM AOS PAÍSES EUROPEUS
28. O Direito Penal na Idade Média
29. Os glosadores e os práticos
30. Constituição Criminal Carolina
31. A legislação espanhola
32. As Ordenações de Portugal
33. Demais textos relevantes
CAPÍTULO IV. AS REFORMAS DO ILUMINISMO
34. Tendências humanitárias
35. Os filósofos e a justiça penal
36. A obra de Beccaria
37. A obra de John Howard
38. Marat e o seu projeto de legislação criminal
39. O direito penal revolucionário
CAPÍTULO V. OS CÓDIGOS PENAIS DO SÉCULO XIX
40. O sistema das codificações
41. Os grandes modelos europeus
42. O Código Criminal do Império brasileiro
CAPÍTULO VI. AS ESCOLAS PENAIS
43. Noções gerais
Seção I. A Escola Clássica
44. Características
45. Principais representantes
46. Orientações fundamentais
Seção II. A Escola Positiva
47. Características
48. Principais representantes
49. Orientações fundamentais
Seção III. Os Movimentos Ecléticos
50. A Terceira Escola
51. A Escola de Política Criminal
Seção IV. A Escola Técnico-Jurídica
52. Características
53. Principais representantes
54. Orientações fundamentais
CAPÍTULO VII. OS CÓDIGOS PENAIS DO SÉCULO XX
55. Características
56. Itália
57. França
58. Alemanha
59. Espanha
60. Rússia
61. Portugal
62. Códigos latino-americanos
CAPÍTULO VIII. TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS
63. O tempo dos microssistemas
64. A criminalidade organizada
65. A justiça penal universal
TÍTULO IV. HISTÓRIA DO DIREITO PENAL BRASILEIRO
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Os marcos e os períodos ignorados
2. Características essenciais de sistemas relevantes
A. O Direito Penal germânico
B. O Direito Penal visigótico
C. O Direito Penal islâmico na península ibérica
D. O Direito Penal Canônico
3. A recuperação dos fragmentos legislativos
CAPÍTULO II. O PERÍODO COLONIAL (1500-1822)
4. As Ordenações Afonsinas
5. As Ordenações Manuelinas
6. As leis extravagantes
7. As Ordenações Filipinas
8. As tendências de reforma
CAPÍTULO III. O PERÍODO IMPERIAL (1822-1889)
9. A nova ordem jurídica
10. A legislação do Regente D. Pedro I (1821-1822)
11. As Bases da Constituição portuguesa
12. Princípios para a nova legislação criminal
Seção Única. O Código Criminal do Império (1830)
13. Os projetos Vasconcellos e Clemente Pereira
14. A Comissão Mista
15. A aprovação do projeto definitivo
16. Um novo tempo para a teoria e a prática
17. Fontes de inspiração e reflexão
18. O elenco geral das penas
CAPÍTULO IV. OS PERÍODOS REPUBLICANOS
Seção I. A Primeira República (1889-1930)
19. O Código Penal de 1890
20. O elenco geral das penas
21. A influência da Escola Positiva
22. Os projetos de reforma
Seção II. A Segunda República (1930-1937)
23. A Consolidação das Leis Penais
24. A Constituição de 1934
25. O Projeto de 1935
Seção III. A Terceira República (1937-1945)
26. O golpe de Estado
27. O Anteprojeto Alcântara Machado
28. O Código Penal de 1940
29. O elenco geral das penas
30. O elenco geral das medidas de segurança
CAPÍTULO V. AS REFORMAS DO CP de 1940
Seção I. A Reforma em Dispositivos Isolados (dos anos 40 a 60)
31. Esclarecimento prévio
32. Proibição do sursis para estrangeiros
33. Vigilância do liberado condicional
34. Ampliação das hipóteses de reabilitação
Seção II. A Proposta de Reforma Global
35. O Anteprojeto Hungria
36. O Código Penal de 1969
37. A reforma do CP de 1969 (Lei 6.016, de 31.12.1973)
Seção III. A Reforma Setorial
Subseção Única. A Lei 6.416, de 24.05.1977
38. As penas privativas de liberdade
39. A pena de multa
40. A reincidência
41. A suspensão condicional da pena
42. O livramento condicional
43. As penas acessórias
44. A verificação de periculosidade
45. A presunção de periculosidade
46. Extinção da punibilidade (casamento da ofendida com terceiro)
47. A prescrição
48. Nova hipótese de perdão judicial
Seção IV. A Reforma da Parte Geral
49. As Leis 7.209 e 7.210, de 11.07.1984
50. A Lei 9.714, de 25.11.1998
Seção V. A Reforma Pontual da Parte Geral
51. Noções gerais
52. Dispositivos modificados
TÍTULO V. A LEI PENAL
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Lei ou norma penal?
2. Conceitos
A. Lei
B. Norma
3. Classificação das normas
4. Conteúdo
A. Preceito
B. Sanção
5. Destinatários
Seção I. Leis Penais Completas
6. Noções gerais
7. Exemplos
Seção II. Leis Penais Incompletas
8. Noções gerais
9. Exemplos
Seção III. Leis Penais em Branco
10. Noções gerais
11. Leis penais em branco e tipos penais abertos
Seção IV - Leis Penais de Conteúdo Misto
11-A. Noções gerais
11-B. Exemplos e efeitos jurídicos
CAPÍTULO II. FONTES DO DIREITO PENAL
12. Conceito de fonte
13. Fontes materiais
14. Fontes formais
15. A lei escrita como única fonte do Direito Penal
16. Outros diplomas normativos
A. Medida Provisória
B. Lei Delegada
C. Decreto-legislativo
D. Resolução
Seção I. O Costume
17. Conceito
18. Funções
19. Proibição em matéria penal
20. Admissão em matéria penal
Seção II. A Analogia
21. Conceito
A. Analogia legis
B. Analogia iuris
22. Função
23. Proibição em matéria penal
24. Admissão em matéria penal
Seção III. Os Princípios Gerais de Direito
25. Conceito
26. Função
27. Proibição em matéria penal
28. Admissão em matéria penal
Seção IV. A Jurisprudência
29. A missão criadora da jurisprudência
30. Função
31. O papel do juiz
32. Proibição em matéria penal
33. Admissão em matéria penal
34. A retroatividade da jurisprudência mais favorável
CAPÍTULO III. NASCIMENTO E EFICÁCIA DA LEI PENAL
Seção I. Etapas do Processo Legislativo
35. Noções gerais
36. Anteprojeto de lei
37. Projeto de lei
38. Veto
39. Sanção
40. Promulgação
Seção II. A Publicação da Lei
41. Noções gerais
42. Órgãos de publicação
43. Republicação
A. Incorreção
B. Retificação
CAPÍTULO IV. O CONHECIMENTO DA LEI PENAL
44. O conhecimento presumido
45. O conhecimento potencial
46. O conhecimento real
CAPÍTULO V. A VIGÊNCIA DA LEI PENAL
47. Vacatio legis
48. Começo de vigência
49. Período de vigência
50. Irretroatividade e retroatividade da lei
A. Irretroatividade da lei mais grave
B. Retroatividade da lei mais favorável
51. Ultratividade da lei mais favorável
Seção Única. Lei Excepcional ou Temporária
52. Conceito
53. Exemplos
54. Necessidade ou conveniência
55. Caráter ultrativo da lei excepcional ou temporária
CAPÍTULO VI. A INTERPRETAÇÃO DA LEI PENAL
56. Noções gerais
57. Necessidade da interpretação
58. Interpretação e integração
59. A interpretação por analogia
60. Interpretação e o princípio in dubio pro reo
Seção I. Meios de Interpretação
61. A Exposição de Motivos
62. A Lei de Introdução
63. A rubrica lateral
Seção II. Elementos de Interpretação
64. Noções gerais
65. O elemento gramatical
66. O elemento lógico
67. O elemento histórico
68. O elemento sociológico
69. O elemento teleológico
70. O elemento comparativo
Seção III. Órgãos e Sujeitos de Interpretação
71. Poder Legislativo
72. Poder Executivo
A. Decreto
B. Regulamento e outros atos normativos
73. Poder Judiciário
A. Órgãos
B. Sentença
C. Decisão interlocutória
D. Acórdão
E. Súmula
74. Ministério Público e Advocacia
75. Juristas
Seção IV. Espécies de Interpretação
76. Interpretação autêntica
A. Interpretação autêntica contextual
B. Interpretação autêntica posterior
77. Interpretação doutrinal
78. Interpretação judicial
Seção V. Resultados da Interpretação
79. Noções gerais
80. Interpretação declaratória
81. Interpretação restritiva
82. Interpretação extensiva
CAPÍTULO VII. A APLICAÇÃO DA LEI PENAL
83. Noções gerais
84. Irretroatividade da lei mais grave
85. Retroatividade da lei mais favorável
85-A. Retroatividade da lei de conteúdo penal e processual penal
86. Ultratividade da lei mais favorável
87. Competência jurisdicional para aplicação da lei mais favorável
Seção I. A Lei Penal no Tempo
88. Noções gerais
89. O tempo do crime
90. Crimes à distância
§ 1.º Hipóteses de Conflito na Sucessão de Leis Penais
91. Noções gerais
92. A lei nova descriminaliza ou isenta de pena
93. A lei nova criminaliza fatos anteriormente impuníveis
94. A lei nova agrava a situação do agente
95. A lei nova beneficia a situação do agente
A. O problema da vacatio legis
B. Propostas de solução
§ 2.º A Incidência da Lei Intermediária
96. Conceito e funções
§ 3.º A Apuração de Maior Benignidade
97. Noções gerais
A. Exemplos da doutrina
B. Exemplos da jurisprudência
98. O mito da “terceira lei”
99. A combinação de leis sucessivas
A. A doutrina
B. A jurisprudência
C. O endereço da solução
Seção II. A Lei Penal no Espaço
100. Noções gerais
101. O lugar do crime
§ 1.º Princípios Aplicáveis
102. Territorialidade
A. Compreensão do princípio
B. Conceito de território
103. Extraterritorialidade
A. Compreensão do princípio
B. Princípio da nacionalidade (personalidade)
C. Princípio da defesa
D. Princípio da representação
E. Princípio da justiça penal universal
F. Princípios adotados pelo CP
§ 2.º A Extradição
104. Conceito
105. Legislação reguladora
106. Requisitos e condições
§ 3.º Pena Cumprida no Estrangeiro
107. Noções gerais
108. Consequências
§ 4.º Eficácia de Sentença Estrangeira
109. Noções gerais
110. Requisitos para a homologação
Seção III. A Lei Penal e as Prerrogativas Funcionais
111. Prerrogativa ou privilégio?
112. Imunidades parlamentares
A. Imunidade absoluta
B. Imunidade relativa
C. Destinatários das imunidades
113. Imunidades diplomáticas
114. Chefe de Governo
115. Prerrogativas processuais
Seção IV. O Concurso Aparente de Normas Penais
116. Noções gerais
117. Tratamento sistemático
118. Precisão terminológica
119. Ausência de previsão legal
Parágrafo Único. Critérios para Resolver o Conflito
120. Critério da especialidade
121. Critério da consunção
A. Progressão criminosa
B. Delito progressivo
C. Fato anterior impunível
D. Fato posterior impunível
122. Critério da subsidiariedade
A. Subsidiariedade expressa
B. Subsidiariedade tácita
123. Critério da alternatividade
A. Tipo misto alternativo
B. Tipo “misto cumulativo”
Seção V. Contagem dos Prazos
124. Noções gerais
125. Contagem de dias, meses e anos
A. Prazos de prescrição e decadência
B. Prazos penais previstos em leis especiais
C. Inaplicabilidade das Leis 810/49 e 1.408/51
126. Frações de dia e frações de real
CAPÍTULO VIII. A REVOGAÇÃO DA LEI PENAL
127. Noções gerais
128. Repristinação
Seção I. Espécies de Revogação
129. Ab-rogação
130. Derrogação
Seção II. Formas de Revogação
131. Expressa
132. Tácita
TÍTULO VI. A CONDUTA PUNÍVEL
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Classificação das infrações penais
2. Diferença entre crime e contravenção
3. Os vários conceitos de crime
A. Conceito analítico
B. Conceito formal
C. Conceito jurídico-legal
D. Conceito material
E. Conceito natural
F. Conceito radical
G. Conceito sociológico
4. O conceito dominante
CAPÍTULO II. A CONDUTA
Seção I. Introdução
5. O ilícito penal como fato humano
6. Momentos da conduta: o iter criminis
7. A incapacidade criminal da pessoa jurídica
Seção II. Ação e Omissão
8. Conceito de ação
9. Elementos da ação
10. Conceito de omissão
11. Elementos da omissão
12. Relevância da omissão
§ 1.º Teorias Sobre a Ação
13. Teoria causal-naturalista
14. Teoria sintomática
15. Teoria social
16. Teoria finalista
§ 2.º Teorias Sobre a Omissão
17. Noções gerais
18. Teoria normativa
19. Teoria finalista
CAPÍTULO III. A TIPICIDADE
20. Conceitos de tipo e tipicidade
21. A tipicidade conglobante
22. Classificação dos tipos
A. Tipos penais fechados
B. Tipos penais abertos
C. Tipos fundamentais (básicos)
D. Tipos derivados (atenuados ou agravados)
Seção I. O Tipo Objetivo
23. Elementos descritivos
24. Elementos normativos
A. Erro de tipo
25. Elementos subjetivos
Seção II. O Tipo Subjetivo
26. O dolo
27. A culpa
A. Culpa inconsciente
B. Culpa consciente
28. A preterintencionalidade
CAPÍTULO IV. A RELAÇÃO DE CAUSALIDADE FÍSICA
29. Noções gerais
30. Causa
31. Condição
32. Concausa
33. Teorias sobre a relação de causalidade física
A. Noções gerais
B. Teoria da totalidade das condições
C. Teoria da equivalência dos antecedentes (conditio sine qua non)
D. Teoria da causalidade adequada
E. Teoria da predominância
F. Teoria da relevância jurídica
G. A doutrina da imputação objetiva
H. Causalidade e imputação objetiva
34. Causas independentes
A. Causa absolutamente independente
B. Causa relativamente independente
35. Resultado (evento)
36. O dano ou o perigo de dano
§ 1.º Dano (Lesão)
37. Conceito
38. Espécies
A. Dano efetivo
B. Dano potencial
§ 2.º Perigo
39. Conceito
40. Espécies
A. Perigo efetivo
B. Perigo presumido
C. Perigo abstrato
CAPÍTULO V. CONSUMAÇÃO E TENTATIVA
Seção I. O Itinerário do Crime Doloso
41. Noções gerais
42. A cogitação
43. Os atos preparatórios
44. O início de execução
45. A consumação
Seção II. O Crime Consumado
46. Conceito
47. Elementos
48. Momento da consumação
49. O crime exaurido
Seção III. O Crime Tentado
50. Conceito
51. Elementos
52. Punibilidade
53. Crimes que não admitem a tentativa
54. O crime impossível
A. Meio absolutamente inidôneo
B. Objeto absolutamente impróprio
Seção IV. A Desistência Voluntária
55. Conceito
56. Voluntariedade
57. Natureza jurídica
Seção V. O Arrependimento Eficaz
58. Conceito
59. Voluntariedade
60. Arrependimento posterior
CAPÍTULO VI. A ILICITUDE
61. Precisão terminológica
62. Concepção unitária de ilicitude
63. Ilicitude penal e ilicitude extrapenal
64. Conceito
65. Elementos
66. Causas de exclusão de ilicitude
CAPÍTULO VII. A CULPABILIDADE
67. Conceito
68. A culpabilidade como elemento da pena
69. A culpabilidade como fundamento da pena
70. A culpabilidade como base para a escolha da pena
71. A culpabilidade como base para fixar os limites da pena
72. A culpabilidade como base para fixar o regime inicial
do cumprimento da pena
privativa
de liberdade
73. A culpabilidade como base para a substituição de pena
Seção I. Teorias
74. Culpabilidade pelo caráter
75. Culpabilidade pela formação da personalidade
A. Noções gerais
B. O criminoso por tendência
76. Culpabilidade pela conduta de vida
A. Noções gerais
B. O criminoso habitual
77. Culpabilidade pelo fato determinado
Seção II. Concepções
78. Noções gerais
79. Concepção psicológica
80. Concepção normativa
81. Concepção psicológico-normativa
82. A concepção adotada pelo CP e o erro de proibição
Seção III. Pressupostos
83. A imputabilidade
84. A consciência da ilicitude
A. Noções gerais
B. Consciência potencial
C. Consciência real
D. A actio libera in causa
85. A exigibilidade de conduta diversa
CAPÍTULO VIII. A AUTORIA
86. Conceito de autor
A. Autoria imediata
B. Autoria mediata
87. Autoria colateral
88. Autoria incerta
89. Autoria sucessiva
CAPÍTULO IX. O CONCURSO DE PESSOAS
90. O crime como fato individual
91. O crime como fato coletivo
Seção I. Espécies de Concurso
92. O concurso eventual
93. O concurso necessário
A. Condutas paralelas
B. Condutas convergentes
C. Condutas contrapostas
Seção II. Elementos do Concurso
94. Pluralidade de condutas culpáveis
95. A relação de causalidade física
96. A homogeneidade do elemento subjetivo
97. A conivência
Seção III. Momentos do Concurso
98. Durante o itinerário do crime
99. Atividade ilícita posterior à consumação
100. A participação nos crimes permanentes
Seção IV. Tipos de Concurso
101. Noções gerais
§ 1.º A Participação
102. Conceito de partícipe
103. Formas de participação
A. Instigação
B. Induzimento
C. Cumplicidade
104. Graus de participação
A. Participação de menor importância
B. Vontade de participar de crime menos grave
105. Inexistência de participação no fato culposo
106. “Participação” subjetivamente distinta
§ 2.º A Coautoria
107. Conceito
108. Crime societário
109. Formas
A. Coautoria eventual
B. Coautoria necessária
110. Crimes que não admitem a coautoria
111. Coautoria em crime culposo
Seção V. A Multidão Criminosa
112. Noções gerais
113. O problema da punibilidade
CAPÍTULO X. AS MODALIDADES DE CRIMES
Seção I. Introdução
114. Importância da classificação
115. Critérios de classificação
Seção II. As Várias Modalidades
116. Crime aberrante
117. Crime à distância
118. Crime ambiental
119. Crime acessório
120. Crime bilateral
121. Crime coletivo
122. Crime comissivo
123. Crime comissivo por omissão
124. Crime complexo
125. Crime comum
126. Crime conexo
127. Crime consumado
128. Crime continuado
129. Crime contra a ordem política e social
130. Crime contra a segurança nacional
131. Crime contra o ambiente
132. Crime contra o meio ambiente
133. Crime culposo
134. Crime da mesma natureza
135. Crime de circulação
136. Crime de concurso necessário
137. Crime de consumação antecipada
138. Crime de conteúdo variado
139. Crime de ensaio
140. Crime de forma livre
141. Crime de forma vinculada
142. Crime de dano
143. Crime de encontro
144. Crime de imprensa
145. Crime de mão própria
145-A. Crime de menor potencial ofensivo
146. Crime de ocasião
147. Crime de opinião
148. Crime de perigo
149. Crime de responsabilidade
150. Crime de trânsito
151. Crime doloso
152. Crime ecológico
153. Crime eleitoral
154. Crime especial
155. Crime exaurido
156. Crime formal
157. Crime funcional
158. Crime habitual
159. Crime hediondo
160. Crime impossível
161. Crime instantâneo
162. Crime instantâneo de efeito permanente
163. Crime material
164. Crime militar
164-A. Crime monossubjetivo
165. Crime omissivo
166. Crime omissivo por comissão
167. Crime organizado
168. Crime passional
169. Crime permanente
170. Crime pluriofensivo
171. Crime plurissubjetivo
172. Crime plurissubsistente
173. Crime político
174. Crime por tendência
175. Crime preterdoloso
176. Crime preterintencional
177. Crime principal
178. Crime privilegiado
179. Crime progressivo
180. Crime próprio
181. Crime putativo
182. Crime qualificado
183. Crime qualificado pelo resultado
184. Crime simples
185. Crime social
186. Crime societário
187. Crime tentado
188. Crime unilateral
189. Crime unissubsistente
190. Infração penal de menor potencial ofensivo
TÍTULO VII. A EXCLUSÃO DE ILICITUDE
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Ilicitude ou antijuridicidade?
2. Cláusulas de garantia social e individual
3. Descriminantes putativas
4. O elemento subjetivo nas causas de exclusão de ilicitude
CAPÍTULO II. CAUSAS LEGAIS DE JUSTIFICAÇÃO
5. Noções gerais
Seção I. O Estado de Necessidade
6. Conceito
7. Requisitos
A. A situação de perigo
B. A atualidade do perigo
C. A involuntariedade na provocação do perigo
D. A inevitabilidade da situação de perigo
E. A defesa de um direito
F. Balanceamento dos bens em conflito
G. Colisão de deveres
H. A inexigibilidade do sacrifício
I. Hipóteses correntes
J. Concurso de pessoas
K. Estado de necessidade putativo
8. A teoria diferenciadora
9. Estados de necessidade defensivo e agressivo
10. O dever de enfrentar o perigo
11. Estado de necessidade no Direito Civil
Seção II. A Legítima Defesa
12. Conceito
13. Requisitos
A. Uma agressão injusta
B. Atualidade ou iminência da agressão
C. Defesa de um direito
D. Meios necessários para a reação
E. Uso moderado dos meios
14. A controvérsia sobre a ausência de provocação do ofendido
15. A chamada legítima defesa putativa
16. A legítima defesa no Direito Civil
Seção III. O Estrito Cumprimento do Dever Legal
17. Conceito
18. Requisitos
19. O abuso de autoridade
20. O descumprimento de ordem ilegal
Seção IV. O Exercício Regular de Direito
21. Conceito
22. Requisitos
23. O exercício regular de direito no Direito Civil
Seção V. O Cumprimento de Um Mandato
24. Noções gerais
25. A imunidade parlamentar
26. A imunidade profissional
CAPÍTULO III. O EXCESSO NAS CAUSAS DE JUSTIFICAÇÃO
27. Noções gerais
28. O excesso doloso
29. O excesso culposo
30. Impunidade do excesso
CAPÍTULO IV. A JUSTIFICAÇÃO NOS TIPOS CULPOSOS
31. Noções gerais
32. A legítima defesa
33. O estado de necessidade
34. O consentimento do ofendido
CAPÍTULO V. CAUSAS SUPRALEGAIS DE JUSTIFICAÇÃO
35. Noções gerais
36. O consentimento do ofendido
37. O risco permitido
38. As normas de cultura
TÍTULO VIII. A ISENÇÃO DE PENA
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Noções gerais
2. Exclusão de culpabilidade e isenção de pena
3. Escusa absolutória
CAPÍTULO II. A INIMPUTABILIDADE
4. Noções gerais
A. O critério biológico
B. O critério psicológico
C. O critério biopsicológico
Seção I. Menoridade
5. A garantia constitucional
6. As garantias legais
A. O Código Penal
B. O Código de Processo Penal
C. O Estatuto da Criança e do Adolescente
7. Presunção absoluta de inimputabilidade
8. Causas de exclusão da ilicitude
9. Ato infracional ou crime?
10. Medidas aplicáveis às crianças
11. Medidas aplicáveis aos adolescentes
12. Um direito de proteção do menor
Seção II. Doença Mental ou Desenvolvimento Incompleto ou Retardado
13. Conceito amplo
14. Os chamados “loucos de todo gênero”
15. A privação dos sentidos e da inteligência
16. A perturbação dos sentidos e da inteligência
17. A grave alteração de consciência
18. O conceito restrito
19. O sistema vigente
A. A emoção
B. A paixão
CAPÍTULO III. A IMPUTABILIDADE DIMINUÍDA
20. A semi-imputabilidade
21. A surdo-mudez
22. A epilepsia
23. O indígena
CAPÍTULO IV. A EMBRIAGUEZ
24. Conceito
§ 1.º Tipos de Embriaguez
25. Embriaguez preordenada
26. Embriaguez voluntária
27. Embriaguez culposa
28. Embriaguez proveniente de caso fortuito
29. Embriaguez proveniente de força maior
30. Outras modalidades
31. A embriaguez ao volante
§ 2.º A Embriaguez e a Culpabilidade
32. A regra geral
§ 3.º Hipóteses de Exclusão da Culpabilidade
33. Caso fortuito e força maior
CAPÍTULO V. INEXIGIBILIDADE DE CONDUTA DIVERSA
34. Noções gerais
35. Hipóteses legais
A. A coação moral irresistível
B. O estado de necessidade exculpante
C. A obediência hierárquica
36. Causas supralegais
A. A cláusula de consciência
B. A provocação da situação da legítima defesa
C. A desobediência civil
D. O conflito de deveres
TÍTULO IX. VISÃO GERAL DA PENA
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Conceito
2. Fundamento
3. Fins
A. Prevenção geral
B. Prevenção especial
4. A pena como processo de diálogo
5. A incapacidade penal da pessoa jurídica
Seção Única. Etapas do Dinamismo Penal
6. Cominação
7. Aplicação
8. Execução
CAPÍTULO II. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
9. Noções gerais
10. O princípio de humanidade
A. Direitos Humanos
B. Uma Teoria Geral dos Direitos Humanos
11. O princípio da anterioridade da lei penal
12. O princípio da personalidade
13. O princípio da individualização
14. O princípio da proporcionalidade
15. O princípio da necessidade
16. O princípio da suficiência
17. O princípio da utilidade
CAPÍTULO III. CLASSIFICAÇÃO DAS PENAS
18. Antiga classificação
19. Penas institucionais e penas alternativas
20. Penas alternativas e penas restritivas de direitos
21. A revolução das penas alternativas
22. Espécies de penas alternativas
CAPÍTULO IV. PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE
23. Noções gerais
24. Tendências de unificação
A. Movimentos internacionais
B. Propostas nacionais
25. A manutenção do sistema dualista
Seção Única. Espécies de Pena Privativa de Liberdade
26. Reclusão
A. Conceito
B. Características
27. Detenção
A. Conceito
B. Características
28. Prisão simples
A. Conceito
B. Características
CAPÍTULO V. PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS
29. Noções gerais
30. Conceito
31. Introdução legislativa
32. O regime anterior
33. Caráter exaustivo da previsão
34. Autonomia
35. Função substitutiva e contradição legislativa
36. Condições de aplicação
A. O problema da reincidência
B. A concessão do benefício ao reincidente
C. A concessão do benefício nos crimes de violência e ameaça
37. Conversão
A. Conceito
B. Hipóteses
B.1. Descumprimento da restrição
B.2 Condenação à pena privativa de liberdade
38. Detração
Seção I. Espécies das Penas Restritivas de Direitos
39. Prestação pecuniária
A. Noções gerais
B. Conceito
C. Prestação pecuniária e multa reparatória
D. Multa reparatória e multa penitenciária
E. Limites
40. Perda de bens e valores
A. Noções gerais
B. Conceito
C. Perda de bens e valores e o confisco
D. A constitucionalidade da previsão
E. Caráter compensatório
F. Limites
G. O Fundo Penitenciário Nacional
41. Prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas
A. Conceito
B. Aplicação
C. A experiência estrangeira
D. A experiência brasileira
E. Duração
F. O sentido utilitário da pena: um exemplo notável
42. Interdição temporária de direitos
A. Conceito
B. Espécies
B.1. Proibição do exercício de cargo, função ou atividade
pública, bem como de
mandato
eletivo (CP, art. 47, I).
B.2. Proibição do exercício de profissão, atividade ou ofício que dependam de habilitação especial, de licença ou autorização do poder público (CP, art. 47, II).
B.3. Suspensão de autorização ou de habilitação para dirigir veículo (CP, art. 47, III).
B.4. Proibição de frequentar determinados lugares (CP, art. 47, IV).
C. Duração
43. Limitação de fim de semana
A. Conceito
B. Duração
44. Recolhimento domiciliar
A. Conceito
B. Duração
C. A ineficácia dessa pena
Seção II. Avaliação Crítica
45. Uma visão positiva
46. Uma visão cética
CAPÍTULO VI. PENAS PECUNIÁRIAS
47. Noções gerais
48. Conceito de multa
49. Características
50. A multa penitenciária
51. A multa reparatória
CAPÍTULO VII. MEDIDAS CAUTELARES COM EFEITOS PENAIS
52. Noções gerais
53. Medidas cautelares e meios de prova
54. Classificação
§ 1.º Medidas Pessoais
55. A prisão provisória
A. A prisão em flagrante
B. A prisão temporária
C. A prisão preventiva
D. A prisão domiciliar
E. A prisão após a pronúncia
F. A prisão para apelar
56. Medidas cautelares pessoais diversas da prisão
§ 2.º Medidas Patrimoniais
57. A busca e apreensão
58. O arresto
59. A hipoteca legal
60. A indisponibilidade de bens
§ 3.º Medidas de Natureza Mista
61. Afastamento do cargo ou emprego
62. Suspensão da permissão ou da habilitação para dirigir
§ 4.º Medidas de Lege Ferenda
63. Anteprojeto de reforma setorial do CPP
64. O Projeto 156, de 2009
TÍTULO X. A COMINAÇÃO DA PENA
CAPÍTULO I. A PREVISÃO CONSTITUCIONAL
1. Noções gerais
2. Elenco não exaustivo
Seção I. Penas Admitidas
3. A privação da liberdade
4. A restrição da liberdade
5. A prestação pecuniária
6. A perda de bens
7. A multa penitenciária
8. A multa reparatória
9. A prestação social alternativa
10. A suspensão de direitos
11. As interdições de direitos
Seção II. Penas Proibidas
12. Morte
13. De caráter perpétuo
14. Trabalhos forçados
15. Banimento
16. Degredo
17. Desterro
18. Exílio
19. Cruéis
Seção III. Penas Toleradas
20. Sanções penais indígenas
CAPÍTULO II. A PREVISÃO LEGAL
21. Noções gerais
Seção I. Código Penal
22. Penas privativas de liberdade
23. Penas restritivas de direitos
24. Penas de interdição pela violação do dever
25. Pena de multa
Seção II. Lei das Contravenções Penais
26. Prisão simples
27. Multa
28. Extinção das penas acessórias
Seção III. Outras Leis Especiais
29. Noções gerais
30. Crimes de responsabilidade (I)
31. Crimes de responsabilidade (II)
32. Crimes de responsabilidade (III)
33. Crimes de responsabilidade (IV)
34. Crimes de violação de telecomunicação
35. Crimes militares
36. Crimes de sonegação fiscal
37. Crimes eleitorais
38. Crimes de imprensa
39. Sanções penais da cultura indígena
40. Crimes políticos
41. Crimes relacionados à criança e ao adolescente
42. Crimes contra o consumidor
43. Crimes relacionados à improbidade administrativa
44. Crimes de trânsito
45. Crimes contra o meio ambiente
46. Crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher
47. Crimes relacionados a drogas
TÍTULO XI. A APLICAÇÃO DA PENA
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. A importância da atividade judicial
2. A aplicação da pena e o devido processo legal
3. A aplicação da pena no processo litigioso
4. A aplicação da pena no procedimento consensual
5. A discussão sobre a constitucionalidade dessa operação
CAPÍTULO II. A MEDIDA CONCRETA DA PENA
6. Necessidade e suficiência da pena
7. A fundamentação da medida da pena
8. A individualização da pena
Seção I. A Individualização Legal
9. Noções gerais
10. Concurso de circunstâncias
Seção II. A Individualização Judicial
11. Noções gerais
12. O estabelecimento da pena-base
13. Os limites do tipo fundamental
§ 1.º Fixação abaixo do Limite Mínimo
14. Impossibilidade
15. Possibilidade
§ 2.º Fixação acima do Limite Máximo
16. Impossibilidade
17. Possibilidade
CAPÍTULO III. CIRCUNSTÂNCIAS MODIFICADORAS DA PENA
18. Noções gerais
Seção I. Circunstâncias Agravantes
19. “Non bis in idem”
§ 1.º Circunstâncias constitutivas do Crime
20. Conceito
21. Espécies
§ 2.º Circunstâncias qualificadoras do Crime
22. Conceito
23. Espécies
§ 3.º Características das Agravantes
24. Caráter exaustivo das hipóteses legais
25. Caráter obrigatório de aplicação
26. Inaplicabilidade nos crimes culposos
§ 4.º Classificação das Agravantes
27. Circunstâncias de caráter pessoal ou subjetivas
28. Circunstâncias de caráter objetivo
§ 5.º Relação das Agravantes
29. A reincidência
29-A. Efeitos da reincidência
29-B. Inconstitucionalidade da reincidência
30. Demais hipóteses
A. Por motivo fútil ou torpe
B. Para facilitar ou assegurar a execução, a ocultação,
a impunidade ou a vantagem
de
outro crime
C. À traição, de emboscada ou mediante dissimulação, ou
outro recurso que dificul-
tou ou
tornou impossível a defesa do ofendido
D. Com emprego de veneno, fogo, explosivo, tortura ou outro meio insidioso ou cruel, ou de que podia resultar perigo comum
E. Contra ascendente, descendente, irmão ou cônjuge
F. Com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de
relações domésticas, de coabitação
ou de hospitalidade, ou de violência contra a mulher na
forma da lei específica
G. Com abuso de poder ou violação de dever inerente a
cargo, ofício, ministério ou
profissão
H. Contra criança, pessoa maior de 60 anos, enfermo ou mulher grávida
I. Quando o ofendido estava sob a imediata proteção da autoridade
J. Em
ocasião de incêndio, naufrágio, inundação ou qualquer calamidade pública,
ou de desgraça particular do ofendido
K. Em estado de embriaguez preordenada
L. Agravantes em leis especiais
§ 6.º Agravantes no caso de concurso de Pessoas
31. Justificação
32. Hipóteses
A. A liderança intelectual
B. A coação e o induzimento
C. A instigação e a determinação
D. O interesse de obter vantagem
Seção II. Circunstâncias Atenuantes
33. Obrigatoriedade
34. Relação
A. A idade inferior a vinte e um anos
B. A idade superior a setenta anos
C. O desconhecimento da lei
D. O relevante valor social da conduta
E. O relevante valor moral da conduta
F. A tentativa de evitar ou minorar as consequências do crime
G. A reparação do dano antes do julgamento
H A coação resistível
I. O cumprimento de ordem de autoridade superior
J. A influência de violenta emoção provocada por ato injusto da vítima
K. A confissão espontânea da autoria do crime
L. A prática do crime sob a influência de multidão em tumulto
35. Atenuante de causa atípica
Seção III. Causas de Especial Aumento ou Diminuição da Pena
36. Conceito
37. Exemplos
A. Causas de especial aumento de pena previstas no Código Penal
B. Causas de especial aumento de pena previstas em leis especiais
C. Causas de especial diminuição de pena previstas no Código Penal
D Causas de especial diminuição de pena previstas em leis especiais
Seção IV. Concurso de Causas Modificadoras da Pena
38. Noções gerais
39. Espécies
A. Concurso de circunstâncias agravantes e atenuantes
B. Concurso de causas de especial aumento ou diminuição da pena
CAPÍTULO IV. O CONCURSO DE INFRAÇÕES
40. Noções gerais
41. Concurso de infrações e culpabilidade
Seção I. O Concurso Material
42. Conceito
43. Concurso material e reincidência
44. Aplicação cumulativa
Seção II. O Concurso Formal
45. Conceito
46. Concurso homogêneo e concurso heterogêneo
47. Concurso próprio e concurso impróprio
48. Punibilidade do concurso
Seção III. O Crime Continuado
49. Referência histórica
50. Conceito
51. Aumento especial de pena
52. Aspectos particulares quanto ao crime continuado
A. Crime e contravenção
B. Crimes dolosos e crimes culposos
C. Crimes simples e crimes qualificados
D. Formas qualificadas diversas
E. Crimes consumados e crimes tentados
F. Pluralidade de vítimas
G. Roubos diferentes
H. Roubo e furto
I. Latrocínio e roubo
J. Roubo e sequestro
K. Roubo e extorsão
L. Calúnia e difamação
M. Peculato e falsidade de documento
N. O elemento subjetivo
O. A suspensão do processo
53. Crime continuado e reiteração criminosa
CAPÍTULO V. O CÁLCULO DA PENA
54. A operação trifásica
55. A pena-base
56. Frações não computáveis na pena
CAPÍTULO VI. APLICAÇÃO DA PENA RESTRITIVA DE DIREITOS
57. Noções gerais
58. Substituição
59. Individualização
CAPÍTULO VII. APLICAÇÃO DA PENA DE MULTA
60. Noções gerais
61. Substituição
A. Substituição simples
B. Substituição cumulada
62. Individualização
63. Concurso de crimes
CAPÍTULO VIII. OS LIMITES DE APLICAÇÃO DA PENA
64. Os limites das penas privativas de liberdade
65. Os limites das penas restritivas de direito
66. Os limites da pena de multa
TÍTULO XII. A EXECUÇÃO DA PENA
CAPÍTULO I. O DIREITO DE EXECUÇÃO PENAL
1. Conceito
2. Denominação da disciplina
3. Referência histórica
4. Autonomia
5. Natureza jurídica
6. Princípios fundamentais
7. Sujeitos passivos da execução penal
A. Preso provisório
B. Condenado
C. Internado
D. Egresso
8. Órgãos da execução penal
CAPÍTULO II. OS EFEITOS DA CONDENAÇÃO
9. Noções gerais
10. Localização sistemática do instituto
11. Efeitos penais
12. Efeitos processuais
13. Efeitos civis e comerciais
14. Efeitos administrativos
15. Outros efeitos
16. O trânsito em julgado da condenação
CAPÍTULO III. EXECUÇÃO DAS PENAS PRIVATIVAS DE LIBERDADE
Seção I. A Individualização Executiva
17. Noções gerais
18. A classificação dos condenados
19. O exame criminológico
Seção II. Os Regimes de Execução
20. Noções gerais
21. Conceito
22. Espécies
A. Regime comum
B. Regime especial para a mulher
C. Regime especial para o índio
D. Regime especial para o idoso
23. Forma progressiva da execução
A. Progressão no regime e individualização da pena
B. A inconstitucionalidade da regra proibitiva da progressão
24. Transferência, progressão, regressão e conversão
§ 1.º Regras do Regime Fechado
25. Noções gerais
26. Conceito
27. Características
§ 2.º Regras do Regime Semiaberto
28. Noções gerais
29. Conceito
30. Inexistência de estabelecimento ou falta de vaga
§ 3.º Regras do Regime Aberto
31. Noções gerais
32. Conceito
33. Inexistência de estabelecimento ou falta de vaga
Seção III. Estabelecimentos Penais
34. Noções gerais
A. Conceito
B. A arquitetura prisional
C. A histórica “falta de verbas”
35. Regras mínimas da arquitetura prisional
36. Natureza e finalidade
37. Espécies de estabelecimentos
§ 1.º A Penitenciária
38. Noções gerais
39. Penitenciária para mulheres e para homens
§ 2.º A Colônia Agrícola, Industrial ou Similar
40. Noções gerais
41. Características
§ 3.º A Casa do Albergado
42. Noções gerais
43. Características
§ 4.º O Centro de Observação
44. Noções gerais
45. Características
§ 5.º O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico
46. Noções gerais
47. Requisitos, necessidade e finalidades
§ 6.º A Cadeia Pública
48. Noções gerais
49. Necessidade e finalidades
Seção IV. Os Deveres, os Direitos e a Disciplina
50. A especificação necessária
51. A assistência em geral
52. A assistência em especial
A. Assistência material
B. Assistência à saúde
C. Assistência jurídica
D. Assistência educacional
E. Assistência social
F. Assistência religiosa
G. Assistência ao egresso
53. O trabalho prisional
Seção V. Superveniência de Doença Mental
54. A solução legal
55. Conceito de doença mental
56. A hipótese da perturbação da saúde mental
57. Recolhimento do condenado
58. Recolhimento do preso provisório
59. Recolhimento de réu interditado
60. Estabelecimento adequado
61. Conversão da pena privativa de liberdade em medida de segurança
62. Duração da medida de segurança substitutiva
63. Suspensão da execução da multa
64. Suspensão da execução das penas restritivas de direitos
Seção VI. A Execução da Pena em Meio Livre
65. Noções gerais
§ 1.º A Suspensão condicional da Pena
66. Conceito
67. Natureza jurídica
68. Espécies
69. O suposto direito subjetivo
70. Requisitos
A. Situações peculiares
B. Crimes hediondos e indulto
C. Aplicação contemporânea e sucessiva
D. Efeitos da condenação
71. Condições
A. Período de prova
B. Prorrogação do período de prova
72. Revogação
73. Extinção da pena
§ 2.º O Livramento Condicional
74. Conceito
75. Natureza jurídica
76. Espécies
77. O suposto direito subjetivo
78. Requisitos
79. Condições
80. Revogação
81. Extinção da pena
82. Proibição do livramento condicional
CAPÍTULO IV. A EXECUÇÃO DAS PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS
83. Noções gerais
84. Alteração da forma de cumprimento
85. Personalidade
Seção I. Prestação de Serviços à Comunidade ou a Entidades Públicas
86. Natureza e alcance da restrição
87. Beneficiários dos serviços e controle da execução
88. Conversão
Seção II. Interdição Temporária de Direitos
89. Natureza das interdições
90. Conversão
Seção III. Limitação de Fim de Semana
91. Controle da execução e encargos do estabelecimento
92. Conversão
CAPÍTULO V. A EXECUÇÃO DA PENA DE MULTA
93. A multa como dívida de valor
94. Legitimidade para promover a execução
95. Procedimentos alternativos de cobrança
96. Superveniência de doença mental ou perturbação da saúde mental
CAPÍTULO VI. A EXECUÇÃO NO CASO DO CONCURSO DE INFRAÇÕES
97. Penas privativas de liberdade
98. Penas restritivas de direitos
99. Penas de multa
CAPÍTULO VII. OS LIMITES DE EXECUÇÃO DAS PENAS
100. Limites das penas privativas de liberdade
101. Limites das penas restritivas de direitos
102. Limites da pena de multa
CAPÍTULO VIII. A DETRAÇÃO
103. Noções gerais
104. Conceito
105. Fundamento
106. Hipóteses em que se opera a detração
A. Prisão provisória
B. Prisão administrativa
C. Prisão por infração penal diversa
D. Prisão civil
E. Penas restritivas de direitos
CAPÍTULO IX. A REMIÇÃO
107. Noções gerais
108. Conceito
109. Efeitos quanto à pena privativa de liberdade
110. Efeitos quanto às penas restritivas de direitos
111. Natureza jurídica
112. Ausência de oferta de trabalho
113. Acidente no trabalho
114. Revogação do benefício
115. Remição e detração
116. Remição pelo estudo
TÍTULO XIII. A REABILITAÇÃO
CAPÍTULO ÚNICO
1. Conceito
2. Indicação histórica
3. Natureza jurídica
4. Penas atingidas pela reabilitação
5. Sigilo dos registros
6. Prescrição e reabilitação
7. Requisitos
8. Competência para conhecer do pedido
9. Renovação do pedido
10. Recurso da decisão concessiva
11. Recurso da decisão denegatória
12. Revogação
13. O patronato: esperança e frustração
14. O drama ambulante do egresso
TÍTULO XIV. VISÃO GERAL DA MEDIDA DE SEGURANÇA
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. Pena e medida de segurança
2. Conceito
3. Sistemas: duplo binário e vicariante
4. Natureza jurídica
5. Espécies
6. Destinatários
7. Superveniência de doença mental
CAPÍTULO II. PRINCÍPIOS DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA
8. O princípio da humanidade
9. O princípio da necessidade
10. O princípio da anterioridade da lei penal
11. O princípio da jurisdicionalidade
12. O princípio da personalidade
13. O princípio da retroatividade da lei
CAPÍTULO III. PREVISÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA
14. Precisão terminológica
15. A previsão legal das medidas
CAPÍTULO IV. APLICAÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA
16. Pressupostos legais
17. Periculosidade real
18. Periculosidade presumida
19. Aplicação provisória
20. Fundamentação da sentença
21. Substituição da pena por medida de segurança
22. Substituição de uma medida por outra
23. Prazo
CAPÍTULO V. EXECUÇÃO DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA
24. Início de execução
A. Noções gerais
B. Órgãos da execução
25. Estabelecimento adequado
26. Custódia indevida
27. Desinternação condicional
28. Liberação condicional
29. Liberação definitiva
30. Prazo
31. Detração
32. Liberação ilegal
33. Perícia médica
CAPÍTULO VI. DIREITOS DO INTERNADO
34. A previsão dos direitos do internado
35. Recolhimento em local adequado
36. Sujeição a tratamento
CAPÍTULO VII. REVOGAÇÃO E EXTINÇÃO
37. Noções gerais
38. Revogação da medida de segurança
39. Extinção da medida de segurança
40. Extinção da punibilidade
41. Prescrição da medida de segurança
TÍTULO XV. A AÇÃO PENAL
CAPÍTULO I. INTRODUÇÃO
1. O tratamento do tema no CP
2. Ação penal e ação civil
3. Conceito de ação penal
4. Conceito de processo penal
5. Condições da ação penal
6. Pressupostos processuais
7. Condições de procedibilidade
8. “Notitia criminis”
9. Inquérito policial
10. Pedido de explicações
CAPÍTULO II. AÇÃO PENAL PÚBLICA
11. Titularidade
12. Denúncia
13. Ação penal pública incondicionada
A. Conceito
B. Princípios
14. Ação pública condicionada
A. Conceito
B. Representação
C. Requisição
D. Legitimação concorrente
15. Ação penal no crime complexo
16. O assistente do MP na ação penal
A. Conceito
B. Legitimação
C. A legitimação de ente público
D. Da ação civil resultante da condenação
17. Ação penal privada subsidiária
CAPÍTULO III. AÇÃO PENAL DE INICIATIVA PRIVADA
18. Conceito
19. Princípios
20. Titularidade
21. Queixa
22. Reconciliação
23. Morte ou ausência do ofendido
24. Decadência
A. Conceito
B. Contagem do prazo
25. Renúncia
A. Conceito
B Espécies
C. Efeitos
26. Perdão do ofendido
A. Conceito
B. Espécies
C. Efeitos
CAPÍTULO IV. A SUSPENSÃO DO PROCESSO
27. Noções gerais
A. A suspensão do processo nas questões prejudiciais
B. A suspensão do processo no interesse do réu
28. Natureza jurídica da suspensão no interesse do réu
29. Tipos de suspensão no interesse do réu
Seção I. Suspensão de Caráter Geral
30. Noções gerais
31. Ausência
32. Revelia
33. Requisitos
34. Aspectos controvertidos
A. A suposta inconstitucionalidade da regra
B. Irretroatividade da lei nova
C. O problema do prazo da prescrição
Seção II. Suspensão de Caráter Especial
35. Noções gerais
36. Requisitos
37. Condições
38. Pluralidade de réus
39. Concurso de crimes e crime continuado
40. Período de prova
41. Revogação do benefício
42. Continuidade do processo
43. A extinção da punibilidade
CAPÍTULO V. A DISPENSA DA AÇÃO PENAL
44. As infrações penais de menor potencial ofensivo
Seção I. Substitutivos Processuais
45. A conciliação
46. A transação
47. A extinção da punibilidade
Seção II. A Despenalização Judicial
48. As práticas de despenalização
CAPÍTULO VI. A REFORMA DO PROCESSO PENAL BRASILEIRO
49. A concepção original do CPP e o advento da CF/88
50. Os Projetos de Reforma
51. O Projeto de Lei do Senado 156/2009
TÍTULO XVI. A EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE
CAPÍTULO I. A PUNIBILIDADE
1. Conceito
2. Posição sistemática
3. Punibilidade e pena
4. Condições objetivas de punibilidade
CAPÍTULO II. CAUSAS EXTINTIVAS DE PUNIBILIDADE
5. Conceito
6. Características
7. Natureza jurídica
8. Relação não exaustiva
A. No sistema do CP
B. Na legislação especial
9. Concurso de pessoas
CAPÍTULO III. ESPECIFICAÇÃO DAS CAUSAS
10. Morte do agente
11. Anistia
§ 1.º Espécies
12. Anistia própria
13. Anistia imprópria
14. Anistia plena
15. Anistia restrita
16. Anistia incondicional
17. Anistia condicional
§ 2.º Procedimento
18. Lei de Execução Penal
19. Graça
§ 1.º Espécies
20. Graça ampla
21. Graça restrita
§ 2.º Procedimento
22. Lei de Execução Penal
23. Indulto
§ 1.º Espécies
24. Indulto incondicional
25. Indulto condicional
§ 2.º Soma de Penas
26. Delitos autônomos
§ 3.º Dispensa da Coisa Julgada
27. Concessão
§ 4.º Procedimento
28. Lei de Execução Penal
29. Comutação de pena
30. Retroatividade da lei mais benéfica
A. Entendimento de lei mais benéfica
B. Sucessão de leis no tempo
C. Apuração de maior benignidade
31. Prescrição
A. Noções gerais
B. Conceito
§ 1.º Espécies
32. Prescrição da ação penal (prescrição da pretensão punitiva)
33. Prescrição da condenação (prescrição da pretensão executória)
34. Prescrição pela pena presumida
§ 2.º Prazos
35. Critério e limites
§ 3.º Termo Inicial
36. Antes de transitar em julgado a sentença final
37. Após o trânsito em julgado da condenação
§ 4.º Crimes Imprescritíveis
38. Noções gerais
39. Relação
§ 5.º Causas Impeditivas ou Suspensivas
40. Noções gerais
41. A previsão constitucional
42. A previsão no CP
43. A previsão no CPP e na legislação especial
§ 6.º Causas Interruptivas
44. Noções gerais
45. A previsão no CP
§ 7.º Os Vários Tipos de Prescrição
46. Prescrição das penas privativas de liberdade
47. Prescrição das penas restritivas de direitos
48. Prescrição da pena de multa
49. Prescrição das medidas de segurança
50. Redução dos prazos de prescrição
51. Prescrição no caso de fuga do condenado
52. Prescrição no caso de revogação do livramento condicional
53. Prescrição nos crimes complexos
54. Prescrição nos crimes conexos
55. Prescrição no caso de concurso de crimes
56. Prescrição no caso de crime continuado
57. Prescrição das penas mais leves
58. Decadência
59. Perempção
60. Renúncia
61. Perdão do ofendido
62. Retratação
63. Casamento do agente com a vítima
64. Casamento da vítima com terceiro
65. Perdão judicial
66. Pagamento do tributo ou de contribuições
TÍTULO XVII. SÚMULAS DA JURISPRUDÊNCIA
CAPÍTULO I. A IMPORTÂNCIA DAS SÚMULAS
1. Noções gerais
2. A origem da Súmula do STF
3. Classificação das Súmulas
4. Natureza, limites e eficácia das súmulas
5. A Súmula de Efeito Vinculante
6. A relação das Súmulas de Jurisprudência Predominante
CAPÍTULO II. SÚMULAS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
CAPÍTULO III. SÚMULAS DE EFEITO VINCULANTE
CAPÍTULO IV. PRECEDENTES DE REPERCUSSÃO GERAL
CAPÍTULO V. SÚMULAS DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
CAPÍTULO VI. SÚMULAS DO EXTINTO TRIBUNAL FEDERAL DE RECURSOS
TÍTULO XVIII. ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS
CAPÍTULO ÚNICO
1. Esclarecimento prévio
2. Relação
TÍTULO XIX. JURISPRUDÊNCIA GARANTISTA
1. Doutrina garantista
2. Constante atualização
3. Os precedentes selecionados
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE ALFABÉTICO E REMISSIVO
OUTRAS OBRAS DO AUTOR
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