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Simule seu Prazo de entregaPalavras-Chave: lei 9.472;agravantes e atenuantes;penas privativas de liberdade;individualização da pena
Individualização da
pena
Apresentação à 4.ª
edição
Apresentação à 3.ª
edição
Apresentação à 2.ª
edição
Apresentação à 1.ª
edição
1
Princípios de direito penal
1.1
Conceito, alcance
e relevância dos princípios
1.2 Princípios
regentes: dignidade da pessoa humana e devido processo legal
1.3 Princípios
constitucionais e infraconstitucionais
1.4 Princípios
explícitos e implícitos
2
Princípio da individualização da pena
2.1 Conceito e
importância
2.1.1 Jurisprudência
Etapas de
individualização
Individualização
legislativa
Individualização
judiciária
Individualização
judiciária no concurso de agentes
Individualização
executória
Individualização
como direito do réu
2.2
Correlação com os
demais princípios aplicáveis à pena
2.2.1 Princípio
da legalidade
2.2.2 Princípio
da isonomia
2.2.3 Princípio
da proporcionalidade
2.2.4 Princípios
da responsabilidade pessoal e da culpabilidade
2.2.5 Princípio
da humanidade
2.3
Individualização
judiciária da pena
3
Conceito de crime
3.1 Considerações
preliminares e delimitação do enfoque
3.2
Tipicidade
3.3
Ilicitude
3.4
Culpabilidade
4
Pena
4.1
Conceito
4.2
Fundamentos
4.3 Panorama histórico da pena
4.4
Epílogo
5
Legislação comparada
5.1
Itália
5.2
Alemanha
5.3
França
5.4
Espanha
5.5
Portugal
5.6
Chile
5.7
Paraguai
5.8
Argentina
5.9
Venezuela
5.10
Estados Unidos
5.11 Inglaterra e País de Gales
6
Aplicação da pena
6.1
Conceito e natureza jurídica
6.1.1
Jurisprudência
Processo
lógico de aplicação da pena
Discricionariedade
judicial
6.2
Circunstâncias que envolvem o crime
6.2.1
Tipo básico e tipo derivado
6.2.2
Circunstâncias judiciais
6.2.3
Circunstâncias legais
6.2.3.1
Agravantes e atenuantes
6.2.3.2
Causas de aumento e diminuição
6.2.3.2.1
Jurisprudência
Causas
de aumento do roubo: inviabilidade de aumento aritmético; opção pelo critério
qualitativo
Obrigatoriedade
de apreciação das causas de diminuição
6.2.3.3 Qualificadoras
e privilégios
6.2.3.4 Existência
de duas ou mais qualificadoras
6.2.3.5 Importância
da abrangência do elemento subjetivo
6.3 Fases da aplicação
da pena
6.3.1 Primária:
eleição do quantum da pena prevista no preceito sancionador do tipo
6.3.1.1 Conceito
de pena-base
6.3.1.2 O
indevido bis in idem
6.3.1.2.1 Jurisprudência
Bis in idem: tipo básico e pena-base
6.3.1.3 Métodos bifásico e trifásico
6.3.1.3.1 Jurisprudência
Obrigatoriedade
de adoção do critério trifásico
6.3.1.3.2 Exceção
quanto à pena de multa
6.3.1.3.2.1 Jurisprudência
Critério bifásico
Proporcionalidade
entre pena privativa de liberdade e multa
6.3.2 Secundária:
opção pelo regime de cumprimento da pena privativa de liberdade
6.3.3 Terciária:
substituição da pena privativa de liberdade por restritivas de direitos ou
multa, ou opção pela suspensão condicional da pena
7
Fase primária, segundo o método trifásico
7.1
Fixação da
pena-base
7.1.1 Critério
genérico: culpabilidade como elemento fundamentador e limitador da pena
7.1.1.1 Jurisprudência
Fundamentação
objetiva da culpabilidade: indispensabilidade
Culpabilidade
como elemento apto à elevação da pena-base
7.1.1.2 Intensidade
do dolo e grau da culpa
7.1.2 Critérios
específicos referentes ao autor
7.1.2.1 Antecedentes
7.1.2.2 Conduta
social
7.1.2.3 Personalidade
7.1.2.3.1 Jurisprudência
Personalidade
agressiva focada no fato cometido
Personalidade e semi-imputabilidade
7.1.2.4 Motivos
7.1.3 Critérios
específicos referentes ao fato
7.1.3.1 Circunstâncias
do fato criminoso
7.1.3.1.1 Jurisprudência
Diferença de
circunstâncias em confronto com o mesmo tipo penal
7.1.3.2 Consequências do fato criminoso
7.1.3.2.1 Jurisprudência
Consequência do crime em confronto com elementar
do tipo penal
7.1.3.3 Comportamento
do ofendido
7.1.4 A
quantidade de pena aplicável, dentro dos limites previstos
7.1.4.1 Jurisprudência
Ponderação das
circunstâncias judiciais
7.2
Aplicação das
agravantes e atenuantes e seu quantum
7.2.1 Alcance das
agravantes
7.2.2 Espécies de
agravantes
7.2.2.1 Reincidência
7.2.2.1.1 Jurisprudência
Constitucionalidade
da agravante da reincidência
Constitucionalidade da reincidência específica
Duplo uso da
reincidência em fases diversas na Lei de Drogas
7.2.2.2 Motivo
fútil
7.2.2.3 Motivo
torpe
7.2.2.4 Facilitação
ou asseguração da execução, ocultação, impunidade ou vantagem de outro crime
7.2.2.5 Traição,
emboscada, dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a
defesa do ofendido
7.2.2.6 Emprego
de veneno, fogo, explosivo, tortura ou outro meio insidioso ou cruel ou de que
pode resultar perigo comum
7.2.2.7 Ofendido
ascendente, descendente, irmão ou cônjuge
7.2.2.8 Abuso de
autoridade ou prevalência de relações domésticas, de coabitação ou de
hospitalidade, ou com violência contra a mulher na forma da lei específica
7.2.2.9 Abuso de
poder ou violação de dever inerente a cargo, ofício, ministério ou profissão
7.2.2.10 Ofendido
criança, maior de 60 anos, enfermo ou mulher grávida
7.2.2.11 Ofendido
sob imediata proteção da autoridade
7.2.2.12 Ocasião de incêndio, naufrágio, inundação ou
qualquer calamidade pública ou de desgraça particular do ofendido
7.2.2.13 Embriaguez
preordenada
7.2.2.14 Agravantes
em crimes envolvendo vários autores
7.2.2.14.1 Crítica
ao título legal
7.2.2.14.2 Autor
intelectual ou dirigente da atividade criminosa
7.2.2.14.3 Autor coator ou indutor da execução material do crime
7.2.2.14.4 Autor
instigador ou determinante do cometimento do crime por alguém sujeito à sua autoridade
ou não punível em virtude de condição ou qualidade pessoal
7.2.2.14.5 Autor
executor ou partícipe de crime cometido mediante paga ou promessa de recompensa
7.2.3 Alcance das
atenuantes
7.2.3.1 Atenuantes
nominadas e inominadas
7.2.3.2 Espécies
de atenuantes nominadas
7.2.3.2.1 Autor
menor de 21 e maior de 70 anos
7.2.3.2.2 Desconhecimento
da lei
7.2.3.2.3 Motivo
de relevante valor social ou moral
7.2.3.2.4 Arrependimento
7.2.3.2.5
Coação resistível
7.2.3.2.6
Cumprimento de ordem de autoridade superior
7.2.3.2.7
Influência de violenta emoção provocada por ato injusto da vítima
7.2.3.2.8
Confissão espontânea
7.2.3.2.9
Influência de multidão em tumuto não provocado
7.2.3.3 Atenuante
inominada
7.2.3.3.1
Jurisprudência
Atenuante
inominada e individualização da pena
7.2.4
Compensação e quantum das agravantes e atenuantes
7.2.4.1
Jurisprudência
Compensação
entre circunstâncias preponderantes
Preponderância
da reincidência sobre a confissão espontânea
7.2.5
Compensação das circunstâncias judiciais e legais
7.2.6
Limite da pena quando incidentes atenuantes e agravantes
7.2.6.1
Jurisprudência
Autonomia
das fases de aplicação da pena
Inviabilidade de redução abaixo do mínimo por atenuante
Viabilidade de redução abaixo do mínimo por atenuante
7.3 Aplicação das causas de aumento e diminuição
da pena
7.3.1
Causas de aumento da Parte Geral
7.3.2
Causas de diminuição da Parte Geral
7.3.3
Causas de aumento e de diminuição da Parte Especial
7.3.4
Compensação de causas de aumento e diminuição
8
Fase secundária: regimes de cumprimento da pena privativa de liberdade
8.1
Regimes fechado, semiaberto e aberto
8.1.1
Regime fechado
8.1.1.1
Regime disciplinar diferenciado
8.1.2
Regime semiaberto
8.1.3
Regime aberto
8.2
Critérios de eleição do regime
8.2.1
Jurisprudência
Regime de
cumprimento de pena e individualização
8.3 Regime fechado inicial previsto na Lei dos
Crimes Hediondos
8.3.1 Jurisprudência
Regime fechado
integral: inconstitucionalidade
Regime inicial
fechado obrigatório: possibilidade
Regime inicial
aberto para traficante: viabilidade
9
Fase terciária: penas alternativas e suspensão condicional do cumprimento
9.1 Conceito e
natureza jurídica das penas alternativas
9.1.1 Jurisprudência
Relevância da
pena alternativa em face da individualização da pena
Possibilidade de
substituição para o tráfico de drogas
9.2 Penas
restritivas de direitos
9.2.1 Prestação
de serviços à comunidade ou a entidades públicas
9.2.2 Limitação
de fim de semana
9.2.3 Interdição
temporária de direitos
9.2.3.1 Proibição
do exercício de cargo, função ou atividade pública, bem como de mandato eletivo
9.2.3.2 Proibição
do exercício de profissão, atividade ou ofício que dependam de habilitação
especial, de licença ou autorização do poder público
9.2.3.3 Suspensão
da autorização ou de habilitação para dirigir veículo
9.2.3.4 Proibição
de frequentar determinados lugares
9.2.4 Prestação
pecuniária
9.2.5 Perda de
bens e valores
9.3
Multa
substitutiva
9.3.1 Jurisprudência
Multa
substitutiva e individualização da pena
9.4
Suspensão
condicional da pena (sursis)
9.4.1 Conceito e
natureza jurídica
9.4.2 Condições
9.4.3 Importância
e critério de eleição do benefício
10
Parâmetros da individualização da pena
10.1
Política de
aplicação da pena mínima
10.1.1 Jurisprudência
Possibilidade de
aplicação da pena mínima
Inadequação
da pena mínima
Necessidade
de justificar a pena acima do mínimo
10.2 Possibilidade de fixação da pena em grau máximo
10.2.1
Jurisprudência
Possibilidade
legal de aplicação da pena máxima
10.2.2
A inconstitucionalidade da pena-padrão da Lei dos Crimes Hediondos
10.2.3
A inconstitucionalidade da pena-padrão de multa na Lei 9.472/97
10.2.3.1
Jurisprudência
Inconstitucionalidade
da multa do art. 183 da Lei 9.472/97
10.3 Limite máximo de cumprimento da pena
privativa de liberdade e inadequação do sistema penal para lidar com a delinquência perigosa
10.4
Penas alternativas e multa: prós e contras
10.5 Individualização da medida de segurança e juízo de
periculosidade
10.6 Fundamentação da individualização da pena na
sentença
10.6.1
Jurisprudência
Pena-base devidamente fundamentada
Utilização
de mesma fundamentação do corréu: possibilidade
10.7
Habeas corpus e dosimetria da pena
10.7.1
Jurisprudência
Inviabilidade
de discussão da individualização da pena por meio de habeas corpus
10.8 Revisão criminal e dosimetria da pena
10.8.1
Jurisprudência
Admissibilidade
da revisão criminal para rever a dosimetria da pena
Inadmissibilidade
da revisão criminal para rever a dosimetria da pena
10.9 Individualização executória da pena
10.9.1
Jurisprudência
Possibilidade
de realização do exame criminológico
Não
obrigatoriedade do exame criminológico
Igualdade
entre sentenciado nacional e estrangeiro
Regressão
de regime e individualização
Visita
ao lar no regime semiaberto
Perda
dos dias remidos
10.10
A busca da pena justa
10.10.1
Jurisprudência
A
busca da pena justa na jurisprudência
Pena
justa em visão especial da Lei de Drogas
10.11 Conclusão sintética articulada
Bibliografia
Apêndice: pesquisa realizada na Vara das Execuções
Criminais de São Paulo
1. Cominação da
pena
2. Fundamentação
da aplicação da pena
3. Forma de
cumprimento da pena
4. Sursis
5. Pena
alternativa
6. Penas
privativas de liberdade
7. Multas
8. Restrição da
liberdade
9. Agravantes/Atenuantes
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