Palavras-Chave: teoria do cotnrato, teoria geral do contrato, vera helena de mello franco
Teoria Geral do Contrato
PREFÁCIO – Arnoldo Wald
1. INTRODUÇÃO
1.1 Contrato, pacto e convenção
1.1.1 Significado primitivo do termo “contractus”
1.1.1.1 Acepção do vocábulo contrahere.
1.1.1.2 Convenção, contrato e pacto.
1.1.2 Da tipicidade no direito romano clássico à construção de uma categoria geral dos contratos, mediante um esquema geral normativo
1.1.2.1 A situação no Direito Romano pós-clássico
1.1.2.2 Fatores que levaram à construção do conceito de contrato
1.1.2.3 A escola do Direito Natural e sua influência
1.1.3 Evolução
1.1.3.1 Os trabalhos de Domat e Pothier
1.1.3.2 A posição acatada no Código Civil Italiano de 1865
1.1.3.3 Críticas ao legislador italiano
1.1.4 Os contratos traslativos
1.1.4.1 A transferência da propriedade nos contratos de modelo romano e o surgimento dos contratos traslativos
1.1.4.2 A posição do direito francês
1.1.4.3 Problema – os contratos administrativos
1.4.4.4 A patrimonialidade – núcleo do moderno conceito de contrato
1.4.4.5 Convenção e contrato no mundo moderno – distinção
2. DO FATO JURÍDICO AO CONTRATO
2.1 Contrato – subespécie do negócio jurídico, bilateral, patrimonial
2.1.1 Negócio, ato e fato jurídico
2.1.2 Atos jurídicos lícitos – classificação
2.1.3 Negócios jurídicos – classificação. Conceito de parte
2.1.4 O contrato: negócio jurídico plurilateral, lícito de conteúdo patrimonial
2.2 Conceito técnico jurídico de contrato
2.2.1 Instrumento técnico-jurídico da circulação de bens
2.2.2 Contrato – Instrumento da vida econômica e instituto jurídico
3. EVOLUÇÃO DO DIREITO CONTRATUAL MODERNO
3.1 A criação de uma teoria geral para os contratos
3.1.1 Antecedentes
3.1.2 Correlação entre normas gerais e as especiais
3.1.3 Princípios gerais do direito contratual
3.2 Os princípios da boa-fé e da função social e sua eventual influência sobre os princípios gerais dos contratos
3.2.1 A constitucionalização do direito privado – Questão colocada
3.2.2 Os princípios gerais dos contratos em sua feição atual
3.2.2.1 Da autonomia privada
3.2.2.1.1 . Situação antecedente
3.2.2.1.2 . Evolução
3.2.2.1.2.1 A realidade econômica, política e social do início do século XX
3.2.2.1.2.2 Substituição da igualdade formal pela igualdade substancial
3.2.2.1.2.3 A decadência do individualismo contratual
3.2.2.1.2.4 Consequências
3.2.2.1.2.5 Perante a constituição de diversos países
3.2.2.1.2.6 O projeto para a criação de uma constituição europeia – Estado atual da questão
4. O EVENTUAL DIREITO FUTURO DOS CONTRATOS PERANTE A COMISSÃO DA UNIÃO EUROPEIA
4.1 A Common Frame of Reference da Comissão da União Europeia
4.1.1 Contexto
4.1.2 Operacionalidade e críticas
4.1.3 Conclusões no tópico
4.1.4 O âmbito de atuação da Common Frame of Reference
4.1.5 A contribuição dos diversos institutos
4.1.6 Os princípios Unidroit e os princípios europeus dos contratos
4.1.7 Problema – a acepção do que se entende por justiça social
4.1.8 A orientação acatada pela Comissão Europeia
4.2 Conclusões no estado atual da questão
5. NOVOS PRINCÍPIOS?
5.1 O princípio da função social do contrato no direito nacional privado – Sede: art. 421 do CC de 2002
5.1.1 Perante os defensores da constitucionalização do Direito Civil
5.1.2 Os alertas da doutrina
5.1.2.1 Rachel Sztajn e Roppo
5.1.2.2 A posição de Humberto Theodoro Jr.
5.1.2.3 A lição de Arnoldo Wald
5.1.2.4 O conselho de Arruda Alvim
5.1.2.5 A crítica de Dasy Gugliano
5.1.2.6 Conclusões no tópico
5.1.2.7 O Novo Direito Europeu dos contratos
5.1.3 O princípio da boa-fé
5.1.3.1 A bona fides romana – Acepção
5.1.3.2 A boa-fé no direito europeu dos contratos
5.1.3.3 A boa-fé perante o direito comparado
5.1.3.4 O princípio no Direito Estadunidense
5.1.3.5 A boa-fé como cláusula geral
5.1.3.6 Configuração no direito brasileiro – As normas dos arts. 131,1 CCo e arts. 113 CC/2002 e 422 CC/2002
5.1.3.7 A boa-fé como norma de conduta – O princípio da boa-fé objetiva
5.1.3.7.1 . Boa-fé objetiva e subjetiva – Significado
5.1.3.7.2 . Boa-fé objetiva e responsabilidade in contrahendo
5.1.3.7.3 . A boa-fé como norma de conduta perante o direito comunitário
5.1.3.7.4 . A boa-fé objetiva como meio de integração
5.1.3.7.5 . Interpretação, integração e abuso de direito
6. OS PRINCÍPIOS TRADICIONAIS NA SUA FEIÇÃO ATUAL
6.1 O princípio da obrigatoriedade do contrato – Pacta sunt servanda
6.1.1 Fundamento
6.1.2 Consequências
6.1.3 A obrigatoriedade dos contratos na sua versão atual
6.1.3.1 A revisão dos contratos
6.1.3.1.1 . Colocação do tema
6.1.3.1.2 . Evolução histórica
6.1.3.1.2.1 A teoria rebus sic standibus
6.1.3.1.2.2 A teoria da imprevisão
6.1.3.1.2.3 A teoria da pressuposição
6.1.3.1.2.4 A teoria da base do negócio jurídico
6.1.3.1.2.5 A teoria da onerosidade excessiva
6.1.3.2 A revisão perante o CC/2002
6.1.3.3 Revisão e resolução do contrato
6.1.3.4 A resolução por onerosidade excessiva no CC/2002
6.1.3.4.1 . A imprevisão, a onerosidade excessiva e a extrema vantagem do art. 478 CC/2002
6.1.3.4.2 . A norma do art. 480 CC/2002 e a teoria da alteração das bases negociais
6.1.3.5 Conclusões no tópico
6.1.3.6 Resolução do contrato por onerosidade excessiva e lesão
6.1.3.7 O princípio da relatividade dos contratos
6.1.3.7.1 . Âmbito e conteúdo
6.1.3.7.2 . Efeitos perante terceiros decorrentes do princípio da função social dos contratos
6.1.3.8 O contrato a favor de terceiros
6.1.3.8.1 . Partes
6.1.3.8.2 . Requisitos
6.1.3.8.3 . Execução
6.1.3.9 Promessa de fato de terceiro
6.1.3.9.1 . Noção
6.1.3.9.2 . Natureza
6.1.3.9.3 . Disciplina
6.1.3.10 . Contrato com pessoa a declarar
6.1.3.10.1 Noção
6.1.3.10.2 Estrutura – Teses
6.1.3.10.3 A orientação do CC/2002
6.1.3.11 . A experiência alienígena
6.1.3.12 . Situações no direito anterior em que se afastava o princípio da relatividade
6.1.3.13 . Efeitos em benefício de terceiros
7. VALIDADE E EFICÁCIA. CONTEÚDO E EFEITOS DOS CONTRATOS
7.1 Noção de eficácia e validade
7.2 Formas de invalidade
7.3 Efeitos dos contratos e efeitos das obrigações.
7.4 Distinção entre conteúdo e efeitos dos contratos
7.5 Condições para a validade dos contratos
7.6 Pressupostos de validade e requisitos
7.6.1 A capacidade do agente
7.6.2 Idoneidade do objeto
7.6.3 A forma
7.6.4 O consentimento
7.6.4.1 .. Significado
7.6.4.2 .. Exteriorização da vontade – Meios
7.6.4.3 .. A declaração – Teorias
7.6.4.4 .. Vícios do consentimento
7.6.4.4.1 Erro – Configuração
7.6.4.4.2 O dolo
7.6.4.4.3 A coação
7.6.5 Breve visão da validade perante os princípios do direito europeu dos contratos
8. PRESSUPOSTOS DE VALIDADE. A CAUSA PERANTE O DIREITO BRASILEIRO ATUAL
8.1 Antecedentes
8.2 A causa – concepção de conteúdo variável
8.2.1 Teoria da função ou objetiva
8.2.2 Críticas à teoria da função ou objetiva
8.2.3 A teoria subjetiva
8.2.4 Teoria da função econômica individual e da finalidade prática visada
8.2.5 Teoria pluralística (Gorla)
8.2.6 A causa como interesse merecedor de tutela
9. EFEITOS DIRETOS E INDIRETOS DO CONTRATO
9.1 Efeitos essenciais e acidentais
9.2 Origem da classificação
9.3 Efeitos naturais e efeitos acidentais – Distinção
9.4 Efeitos imediatos e ulteriores do contrato
9.4.1 A posição da doutrina
9.4.2 Efeito genérico e funcional
9.4.3 Os contratos quanto aos efeitos – Classificação
9.4.4 Os contratos incompletos do ponto de vista dos economistas
10. A FORMAÇÃO DOS CONTRATOS. DISCIPLINA DA PROPOSTA E DA ACEITAÇÃO. O CONTRATO POR CORRESPONDÊNCIA
10.1 Estrutura do contrato
10.1.1 O acordo de vontades
10.1.2 Atos preparatórios – Responsabilidade pela declaração
10.1.3 Conclusões no tópico – A mesuração dos prejuízos
10.1.4 A proposta e a aceitação – A formação do contrato
10.1.4.1 . A proposta – Requisitos
10.1.4.2 . Proposta e convite para oferta de contrato
10.1.4.3 . Consequências da proposta – Entre presentes e entre ausentes. A proposta por meio eletrônico
10.1.4.4 . A morte ou incapacidade superveniente do proponente
10.1.4.5 . Momento em que se considera aceita a proposta
10.1.4.6 . A oferta ao público
10.1.5 O contrato preliminar (pré-contrato, promessa de contrato, compromisso ou contrato preparatório)
10.1.5.1 . A posição da doutrina – Teses
10.1.5.2 . Modalidades
10.1.5.2.1 Preliminar bilateral e unilateral
10.1.5.2.2 Contrato preliminar unilateral e proposta
10.1.5.3 . Modalidades
10.1.5.4 . Efeitos e conteúdo do contrato preliminar
10.1.5.5 . Forma
11. CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS
11.1 Contrato bilateral e unilateral – Negócio jurídico unilateral: diferenças
11.2 Contratos onerosos e gratuitos
11.3 Contratos consensuais e reais
11.4 Contratos solenes e não solenes
11.5 Contratos principais e acessórios
11.6 Contratos de execução instantânea, diferida e sucessiva
11.7 Contratos comutativos e aleatórios
11.8 Contratos típicos ou nominados e atípicos ou inominados
11.8.1 A teoria da combinação
11.8.2 A teoria da absorção
11.8.3 A teoria da aplicação analógica
11.8.4 Coligação de contratos
11.8.4.1 Por união externa ou extrínseca
11.8.4.2 União com dependência
11.8.4.3 União alternativa
11.9 Contratos por adesão e dirigismo contratual – Contratos normativos (coletivos) e contratos tipo
11.9.1 Antecedentes
11.9.2 Os contratos por adesão e os contratos de adesão
11.9.3 O contrato regulamentado ou dirigido
11.9.4 O contrato tipo
11.9.5 Os contratos normativos
11.10 Contratos plurilaterais
11.11 O autocontrato ou contrato consigo mesmo
12. INTERPRETAÇÃO, INTERPRETAÇÃO INTEGRATIVA E INTEGRAÇÃO DOS CONTRATOS
12.1 Antecedentes
12.1.1 A interpretação do ponto de vista da filosofia do Direito
12.1.2 Breve histórico
12.2 A interpretação e a vontade das partes
12.3 A interpretação do contrato, a doutrina e o Direito comparado
12.4 Alguns princípios que norteiam a interpretação
12.4.1 Da finalidade econômica
12.4.2 Da boa-fé objetiva
12.4.3 Da conservação do contrato
12.4.4 Da interpretação do contrato como um todo
12.5 A interpretação e a interpretação integrativa
12.6 A integração contratual
12.6.1 Visão geral
12.6.2 Perante uma concepção positivista legalista
12.6.3 Conforme a visão decorrente da autonomia privada
12.6.4 Tendo em vista a noção particular de negócio jurídico
12.6.5 A integração contratual. Noção
12.6.6 Evolução
12.6.7 Ausência de um conceito uniforme perante a doutrina
12.6.8 A separação entre a integração, interpretação e interpretação integrativa
12.6.9 O instituto como figura independente
12.6.10 A integração mediante a boa-fé perante o Direito Comum Europeu dos Contratos
13. EXTINÇÃO DOS CONTRATOS. RESCISÃO. RESILIÇÃO E RESOLUÇÃO
13.1 Extinção dos contratos
13.2 Rescisão – Modalidades
13.3 Resilição
13.3.1 O distrato
13.3.2 A resilição unilateral
13.3.3 Revogação, renúncia e resgate
13.4 A Resolução – A resolução dos contratos e a cláusula resolutiva tácita
13.4.1 A resolução dos contratos
13.4.2 A cláusula resolutiva tácita
14. OS CONTRATOS BILATERAIS. PARTICULARIDADES.
14.1 Apresentação
14.2 A exceção de contrato não cumprido
14.3 Vícios redibitórios
14.3.1 Premissas
14.3.2 Configuração
14.3.3 Ações
14.3.4 Requisitos
14.3.5 Fundamento
14.4 Evicção
14.4.1 Natureza
14.4.2 Configuração
14.4.3 Modalidades
14.5 Arras
14.5.1 Significado
14.5.2 Modalidades
14.5.3 Natureza
BIBLIOGRAFIA
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