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1. DA RESPONSABILIDADE CIVIL
1.1 A culpa
1.2 Formas de culpa
1.3 Culpa e ato ilícito
1.4 Classificação da culpa
1.5 Culpa, ato ilícito e responsabilidade
1.6 Aplicação da responsabilidade objetiva e subjetiva
1.7 Responsabilidade e imputabilidade
1.8 A culpa na conduta do causador do acidente de trânsito
1.9 Presunção da culpa do condutor
2. O DANO
2.1 Conceito. Aspectos gerais
2.2 O dano e a tutela da ordem jurídica
2.3 Dano patrimonial
2.4 Dano moral
2.5 Dano contratual e extracontratual
2.6 Dano indireto
3. A REPARAÇÃO
3.1 Conceito e espécies
3.2 Causas da reparação
3.3 Reparação por perdas e danos
3.4 Liberdade na escolha da forma de reparação
3.5 Reparação e intensidade da culpa
3.6 Danos morais incluídos no contrato de seguro
4. CONCAUSA E RESPONSABILIDADE
4.1 Concausa ou causa superveniente
4.2 Concorrência de culpas e causalidade
5. DA ABSOLVIÇÃO CRIMINAL E DOS ESTADOS EXCLUDENTES DE CRIMINALIDADE
5.1 Absolvição criminal e responsabilidade civil
5.2 A sentença criminal e a coisa julgada no cível
5.3 O estado de necessidade
5.4 Legítima defesa
5.4.1 Legítima defesa da propriedade e proporcionalidade dos meios empregados
5.5 Exercício regular de um direito
5.6 O estrito cumprimento de dever legal
6. A RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO DO VEÍCULO PELO ACIDENTE PROVOCADO POR TERCEIRO
6.1 Responsabilidade do proprietário e do terceiro que provocou o acidente
6.2 Razões que impõem a responsabilidade do proprietário
6.3 Responsabilidade do proprietário e ausência de culpa no fato da entrega do veículo ao causador direto
6.4 Responsabilidade e venda do veículo não transcrita no Registro de Títulos e Documentos
6.5 Responsabilização do denunciado para indenizar a vítima
7. CASO FORTUITO E FORÇA MAIOR
7.1 Características e requisitos
7.2 Caso fortuito, ou força maior e conduta culposa
7.3 Inevitabilidade do fato e impossibilidade da obrigação
7.4 Caso fortuito ou força maior nos acidentes de trânsito
7.4.1 Furto ou desapossamento violento de veículos
7.4.2 Fato de terceiro e causa estranha
7.4.3 Defeito mecânico
7.4.4 Estouro de pneu
7.4.5 A derrapagem
7.4.6 Ofuscamento
7.4.7 Pedra lançada pelas rodas do veículo
7.4.8 Acidentes provocados por mal súbito de quem dirige
7.4.9 Acidentes provocados por animais espantados por veículos
7.4.10 Acidentes provocados por fatos naturais
7.5 Caso fortuito, ou força maior, na responsabilidade objetiva
8. RESPONSABILIDADE E FATO DE TERCEIRO
8.1 Responsabilidade do causador direto
8.2 A ação regressiva contra o terceiro
8.3 Ação direta contra o terceiro
8.4 Fato de terceiro e causa estranha
8.5 Responsabilidade e participação em uma conduta perigosa
8.6 Dispensa da denunciação na responsabilidade objetiva
9. NATUREZA DA OBRIGAÇÃO
9.1 Alimentos ou indenização
9.2 Natureza da indenização e prescrição
9.3 Cumulação da indenização com benefícios previdenciários. Seguro obrigatório
10. PRESUNÇÃO DA CULPA E RESPONSABILIDADE
10.1 Guarda e responsabilidade no furto ou roubo de veículo
10.2 Responsabilidade e acidentes provocados por oficinas, postos de lavagem, garagens e outros estabelecimentos do gênero
10.3 Presunção em favor da vítima e responsabilidade
10.4 A presunção nos acidentes provocados por animais
10.4.1 Excludentes de responsabilidade
10.4.2 Furto ou apossamento ilícito do animal
10.4.3 Sujeito passivo na ação de ressarcimento
10.5 Indenização por furto de veículos em estacionamento gratuito
10.6 Responsabilidade pelos danos e furtos verificados nos condomínios edilícios
10.7 Furto de veículo em estacionamento pago de logradouros públicos
10.8 Responsabilidade nos danos e furtos ocorridos em estacionamentos de restaurantes, hotéis, clubes e casas de lazer
11. CONTRATO DE TRANSPORTE
11.1 Transporte oneroso
11.2 A culpa da vítima no transporte oneroso
11.3 O transporte gratuito
11.4 Transporte e culpa de terceiro
11.5 Queda de surfista ferroviário, desembarque com o veículo em movimento e transporte de passageiros pendurados
12. A REPARAÇÃO POR DANOS FÍSICOS
12.1 Indenização das despesas e da incapacidade
12.2 Redução da capacidade laborativa
12.3 Reparação nos casos em que o ofendido era incapaz de exercer atividade laborativa antes do acidente
12.4 Reparação e percepção de benefícios previdenciários
12.5 Pagamento da indenização em uma só vez
13. A REPARAÇÃO PELO DANO ESTÉTICO
13.1 Aparência física e significação econômica
13.2 Dano estético e prejuízos na atividade exercida
13.3 Indenização por dano estético e dano moral
13.4 A prescrição do dano estético e moral
14. A REPARAÇÃO POR MORTE
14.1 Despesas de tratamento, de luto, de funerais e de outras espécies
14.2 A indenização na forma de prestação de alimentos
14.3 Período de duração da indenização
14.4 A correspondência da prestação em função dos rendimentos da vítima
14.5 A ausência do direito à reparação patrimonial se inexistente dano econômico
14.6 Indenização por dano patrimonial e por dano moral
14.7 O quantum da reparação por dano moral
14.8 Indenização pela morte do nascituro
14.9 Finalidade repressiva da condenação por dano moral e situação econômica dos envolvidos
15. CONSTITUIÇÃO DE CAPITAL
15.1 Constituição de capital para atender a obrigação alimentar decorrente de ato ilícito
15.2 Formas de constituição do capital
15.3 Substituição da constituição de capital por caução fidejussória
15.4 Fixação dos alimentos em salário mínimo e modificação nas condições econômicas
16. A REPARAÇÃO DE DANOS MATERIAIS
16.1 A estimativa dos danos materiais através de orçamentos
16.2 Estimativa e incidência dos lucros cessantes
16.3 A reparação específica, ou mediante a entrega de outro veículo
16.4 Apuração dos danos em liquidação de sentença
16.5 Prescrição de pretensão indenizatória
17. DO SEGURO OBRIGATÓRIO
17.1 Resenha legislativa
17.2 Natureza jurídica
17.3 Culpa e teoria do risco
17.4 Comportamento doloso da vítima
17.5 Valor da indenização
17.6 Titularidade para o recebimento do seguro
17.6.1 O segurado e seus dependentes. O motorista
17.6.2 Os beneficiários da vítima
17.6.3 O companheiro ou a companheira
17.6.4 Pretensão em favor do nascituro
17.7 Legitimidade passiva
17.8 Sub-rogação da seguradora
17.9 Documentação exigida para a habilitação. Prescrição
18. LEGITIMIDADE PARA PEDIR A REPARAÇÃO
18.1 Os parentes da vítima e os dependentes econômicos
18.2 Legitimidade para buscar a reparação em favor das pessoas vinculadas pela união de fato
18.3 Transmissão hereditária do direito de reparação do dano
18.4 Transmissão das obrigações do falecido
19. OS JUROS
19.1 Termo inicial da incidência e espécies
19.2 Juros compostos
19.3 Juros de mora e prejuízo
19.4 Incidência dos juros de mora quando não postulados ou omissa a sentença
19.5 Juros legais não moratórios
20. ACIDENTES DE TRÂNSITO E RESPONSABILIDADE CIVIL NO ARRENDAMENTO MERCANTIL
20.1 Conceito
20.2 As modalidades de arrendamento mercantil
20.2.1 O leasing operacional
20.2.2 O arrendamento mercantil financeiro
20.2.3 Arrendamento mercantil contratado com o próprio vendedor
20.2.4 Arrendamento mercantil contratado com empresas integrantes do mesmo grupo financeiro
20.3 Responsabilidade por ato lesivo do arrendatário
20.4 Responsabilidade da sociedade arrendante por fato de terceiro sem culpa do arrendatário
21. CONDUTAS EXIGIDAS PELO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO
21.1 A previsão de condutas pelo Código de Trânsito Brasileiro
21.2 Observância das boas condições do veículo
21.3 Domínio do veículo e condições pessoais durante a condução
21.4 Imposições na circulação de veículos
a) Circulação pelo lado direito da via
b) Distância a ser mantida entre os veículos
c) Preferência em cruzamento nos locais não sinalizados
d) Faixas de circulação no tráfego em via com várias pistas
e) Permissão para o tráfego de veículos sobre passeios, calçadas e acostamentos
f) Prioridade dos veículos precedidos de batedores
g) Preferência dos veículos que prestam serviços de interesse público
h) Livre parada dos veículos prestadores de serviços de utilidade pública
i) Cautelas a serem observadas na ultrapassagem de veículos
j) Preferências no deslocamento dos veículos sobre trilhos
l) Cuidados na transposição de faixas
m) Hierarquia a ser observada na circulação entre os veículos
21.5 Deveres dos condutores de veículos ao serem ultrapassados
21.6 Ultrapassagem por veículo de transporte coletivo
21.7 Pontos e locais de ultrapassagem proibidos
21.8 Realização de manobras sem perigo aos demais usuários da via
21.9 Sinalização para o deslocamento lateral do veículo
21.10 Preferência a ser dada no ingresso na via
21.11 Cautelas na realização de conversões e retornos
21.12 Ingresso à direita ou à esquerda de outra via ou em lotes lindeiros
21.13 Retorno nas vias urbanas
21.14 Uso das luzes do veículo
a) Uso dos faróis
b) Uso das luzes de posição
c) Uso do pisca‑alerta
21.15 Frenagem brusca do veículo
21.16 Cuidados ao regular a velocidade
21.17 Prudência na aproximação de cruzamentos
21.18 Imobilização temporária do veículo na via
21.19 Embarque e desembarque do veículo
21.20 Condução de veículos de tração animal
21.21 Circulação de animais nas vias
21.22 Circulação de motocicletas, motonetas, ciclomotores e bicicletas
a) Quanto aos condutores
b) Quanto ao transporte de passageiros
c) Quanto à condução de ciclomotores
d) Quanto à circulação de bicicletas
21.23 Uso obrigatório do cinto de segurança
22. SITUAÇÕES CARACTERIZADORAS DA CULPA
22.1 Abalroamentos sucessivos
22.2 Ação direta do lesado contra o Estado e o preposto causador do dano
22.3 Acidentes em faixas de segurança para pedestres
22.4 Acidentes por defeitos na pista
22.5 Acidente provocado em oficina mecânica à qual foi confiado o carro
22.6 Ampla visibilidade do motorista em cruzamentos não sinalizados
22.7 Atropelamento de pedestres em vias urbanas de grande movimentação
22.8 Colisão por trás
22.9 Convergência à esquerda sobre a pista
22.10 Conversão à esquerda em pista com sinal do semáforo aberto
22.11 Culpa do causador do acidente na ação de regresso do Estado
22.12 Culpa e conduta
22.13 Dano causado por veículo projetado por outro veículo
22.14 Dano em veículo estacionado irregularmente
22.15 Defeito mecânico e responsabilidade do condutor
22.16 Derrapagem
22.17 Estacionamento com porta aberta
22.18 Estouro de pneu e quebra da barra da direção
22.19 Excesso de velocidade por ambulâncias e viaturas
22.20 Falta de conservação das estradas. Responsabilidade do Poder Público
22.21 Guarda do veículo em estacionamento
22.22 Imprudência de pedestres
22.23 Indenização por dano moral decorrente de dano estético
22.24 Ingresso à esquerda
22.25 Ingresso em via preferencial
22.26 Ingresso na contramão da pista
22.27 Limite do valor da indenização ao bem danificado
22.28 Manobra de marcha a ré
22.29 Manobras de risco
22.30 Não compensação da indenização civil pelos benefícios previdenciários
22.31 Obstrução da pista por veículo com defeito
22.32 Ofuscamento
22.33 Pedestre que surge abruptamente na pista
22.34 Preferência em cruzamento não sinalizado
22.35 Responsabilidade nos acidentes ocorridos no interior de estacionamento
22.36 Responsabilidade objetiva nos contratos de transporte
22.37 Saída da calçada
22.38 Saída do acostamento
22.39 Semáforo com defeito ou não funcionando
22.40 Semáforo com luz amarela
22.41 Semáforo no amarelo, com pisca alerta intermitente
22.42 Subtração de veículo mediante violência e responsabilidade civil de quem exerce a guarda
22.43 Sucessão na indenização por dano moral
22.44 Transporte de pessoas em carroceria de veículo de carga
22.45 Ultrapassagem
22.46 Ultrapassagem pela direita
22.47 Valor da indenização no seguro facultativo de veículo
22.48 Veículo não utilizado e lucros cessantes
22.49 Veracidade presumida do boletim de ocorrência
22.50 Vigilância deficiente por empresa que administra a rodovia
23. RESPONSABILIDADE CIVIL E ACIDENTES DE TRÂNSITO OCORRIDOS EM PAÍSES DO MERCOSUL
23.1 O Protocolo de San Luis
23.2 Força obrigatória dos tratados e convenções internacionais
23.3 A lei aplicável nos acidentes de trânsito ocorridos nos países que integram o Mercosul
23.4 Domicílio e competência para a ação de responsabilidade civil
23.5 Elementos observados na aplicação da responsabilidade
23.6 Restituição dos veículos acidentados
BIBLIOGRAFIA
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