Coordenador: Rogério Sanches Cunha
Autor: Antonio Garcia-Pablos de Molina
Autor: Luiz Flávio Gomes
Nota do autor à 6.ª edição, 7
Nota do autor à 5.ª edição, 11
Nota dos autores à 4.ª edição, 15
Nota dos autores à 3.ª edição, 17
Apresentação da 2.ª edição – Cezar Roberto Bitencourt, 19
Apresentação da 1.ª edição, 23
Prefácio à 1.ª edição, 25
PRIMEIRA
PARTE
Introdução aos Fundamentos Teóricos da Criminologia
Antonio García-Pablos de Molina
Tradução de Luiz Flávio Gomes, Yellbin Morote García e Davi Tangerino
Capítulo Primeiro: A Criminologia como ciência empírica e interdisciplinar. Conceito, método, objeto, sistema e funções da Criminologia, 31
I – A Criminologia como ciência empírica e interdisciplinar: aproximação à mesma. Definição provisória. Conceito, método, objeto, sistema e funções da Criminologia, 32
II – O método da Criminologia: empirismo e interdisciplinaridade, 34
III – O objeto da Criminologia: delito, delinqüente, vítima e controle social , 65
IV – Funções da Criminologia: confiabilidade, conteúdo e objetivos do saber científico criminológico, 148
V – O sistema da Criminologia, 167
VI – A posição “institucional” da Criminologia, 170
Capítulo Segundo: A consolidação da Criminologia como ciência. A luta de escolas e as diversas teorias da criminalidade, 175
I – Introdução: a origem da Criminologia “científica”, 175
II – A etapa “pré-científica” da Criminologia, 176
III – A etapa científica da Criminologia, 185
Capítulo Terceiro: A moderna Criminologia “científica” e os diversos modelos teóricos. Biologia Criminal, Psicologia Criminal e Sociologia Criminal, 205
I – A moderna Criminologia “científica”: modelos teóricos explicativos do comporta-mento criminal. Biologia Criminal, Psicologia Criminal e Sociologia Criminal, 206
II – Modelos de cunho biológico (“biologicistas”), 223
III – Modelos de cunho psicológico (“psicologicistas”): psicologia, psicopatologia e psicanálise criminal, 248
IV – Modelos sociológicos (Sociologia Criminal), 303
V – Teoria e práxis criminológica. Reflexão final, 360
Capítulo Quarto: Prevenção do delito no Estado Social e Democrático de Direito, 363
I – A prevenção do delito no Estado “social” e “democrático” de Direito, 363
II – O conceito de “prevenção” e seus diversos conteúdos, 364
III – Dois modelos teóricos de prevenção do delito: o modelo “clássico” e o “neo-clássico”. Exposição e reflexões críticas, 367
IV – Segurança pública, segurança privada e gestão pessoal da segurança e a prevenção do delito, 398
V – Análise e avaliação dos principais programas de prevenção do delito, 401
VI – Bases de uma moderna política criminal de prevenção do delito, 415
Capítulo Quinto: Análise criminológica dos diversos modelos e sistemas de reação ao delito, 417
I – Introdução. Funções da Criminologia e modelos de reação ou resposta ao delito, 417
II – O modelo “dissuasório” clássico, 418
III – O modelo ou paradigma “ressocializador”, 421
IV – O modelo integrador: conciliação-reparação, 458
V – Tendências atuais: o denominado “modelo de segurança cidadã”, 483
Epílogo: Tendências e orientações da moderna Criminologia científica desde a segunda metade do século XX, 489
SEGUNDA
PARTE
Introdução às Bases Criminológicas
da Lei 9.099/95 – Lei dos Juizados Especiais Criminais
Luiz Flávio Gomes
Capítulo Primeiro: O modelo consensual brasileiro de Justiça Criminal: notas aproximativas, 507
I – Da Justiça Criminal conflitiva à Justiça Criminal consensuada (espaço de consenso e espaço de conflito), 507
II – O “modelo consensual” como fonte de inspiração da Lei 9.099/95, 509
III – Delimitação legal do “espaço de consenso”: infrações de menor e de médio potencial ofensivo, 510
IV – Os princípios fundamentais do modelo consensual de Justiça Criminal, 511
V – A quebra do modelo político-criminal paleorrepressivo, 515
VI – Breve síntese do “novo paradigma” de Justiça Criminal consensuada, 516
VII – As quatro medidas despenalizadoras da Lei 9.099/95: aplicação imediata e retroativa, 518
VIII – O presente e o futuro do modelo consensual brasileiro de Justiça Criminal, 518
IX – O espaço de consenso como expressão típica do Direito sancionador, 521
Capítulo Segundo: A Vitimologia e o modelo consensual de Justiça Criminal, 523
I – Da perspectiva político-criminal da neutralização ao modelo reparatório de Justiça Criminal, 523
II – A importância da tendência político-criminal que privilegia a reparação dos danos, 525
III – O papel da reparação dos danos nos diversos modelos ou sistemas de reação ao delito, 527
IV – A reparação dos danos na Lei 9.099/95: aproximação à sua disciplina jurídica, 531
V – Natureza jurídica da reparação dos danos na Lei 9.099/95, 533
VI – Crimes de trânsito e a Lei dos Juizados Criminais, 533
VII – Conclusões, 534
Bibliografia, 535
1. Bibliografia brasileira (ou em língua portuguesa) sobre Criminologia, 535
2. Outras fontes bibliográficas consultadas e/ou indicadas, 541
Obras dos Autores, 555
Nessa 6.ª edição, mais do que uma revisão, foi feita uma reformulação do conteúdo da obra, com o aperfeiçoamento de conceitos e idéias.
Na primeira parte, desenvolvida por Antonio García-Pablos de Molina, são estudados os fundamentos teóricos da Crimin
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