Autor: Ives Gandra da Silva Martins Filho
Introdução
1. O instinto de
sobrevivência
2. O homem primitivo e a
teoria da força
3. As regras naturais de
Cálicles
4. A lei como redutora do
poder
5. A natureza humana
6. Os tipos humanos
7. O poder e seus espaços
8. O poder e o servir
9. A teoria de servir e a
vontade do domínio
10. Servir: efeito de
manipulação
11. A ética e o poder,
incompatibilidade permanente
12. O dinheiro e o
prestígio – Moedas de troca
13. A força da
contestação
14. A vaidade do homem
15. Os sábios e a
tentação da superioridade
16. A alternativa dos
empreendedores
17. Os contestadores
ideólogos
18. Despreparados como
nova via
19. Os estadistas, como
exceção
20. Os políticos, como
meio de vida
21. A necessidade do
poder
22. A manipulação do povo
23. A demagogia
24. A lei como limite do
poder e sua pouca eficácia
25. O ódio à oposição
26. A luta pela
manutenção do poder
27. As guerras
28. A origem da guerra
29. Os amigos do rei
30. O tributo
31. Teorias filosóficas, constitucionais, partidos políticos,
tripartição de poder, parlamentarismo e presidencialismo
32. O pouco impacto da
experiência histórica
33. A evolução da
humanidade cultural e empreendedora
34. Convivência do poder e do povo com a evolução
tecnológica e científica
35. Uma teoria do poder
36. Os caminhos do futuro
Bibliografia
Obras do autor
Segundo o Autor, o homem busca sempre o domínio, e seu maior ou menor poder decorre exclusivamente de sua maior ou menor força. Com esse fundamento, procura formular uma teoria sobre a natureza do homem, no exercício do domínio sobre os outros, quando assume governos.
A obra analisa, inicialmente, a evolução social, econômica e tecnológica da humanidade
os hábitos que conformam o poder
as formas de sua obtenção
os vícios que lhe são inerentes (desde a corrupção até a autoindentificação com um "direito superior")
o ódio ao opositor
as formas de manipulação do povo. Conclui, então, que, apesar de a sociedade evoluir mais por méritos próprios do que pela ação dos governos, no futuro, a conscientização da sociedade e a geração de políticas mundiais imprescindíveis para a sobrevivência da sociedade terminarão por aumentar os mecanismos de controle e diminuir a medida da arbitrariedade.
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