Manual dos Recursos
NOTA PRÉVIA À 4.ª EDIÇÃO
NOTA PRÉVIA À 3.ª EDIÇÃO
NOTA PRÉVIA À 2.ª EDIÇÃO
APRESENTAÇÃO À 1.ª EDIÇÃO
LISTA DE ABREVIATURAS
Parte I
TEORIA GERAL DOS RECURSOS
1. NOÇÕES GERAIS
1. Conceito de recurso no processo civil
2. Natureza jurídica do recurso
2.1 Recurso como prolongamento da ação originária
2.2 Recurso como pretensão autônoma no mesmo processo
2.3 Condição jurídica do provimento sujeito a recurso
3. Classificação dos recursos no processo civil
3.1 Recursos ordinários e extraordinários
3.2 Recursos de motivação livre (ou simples) e vinculada
3.3 Recursos independentes e subordinados
3.3.1 Designação do recurso subordinado
3.3.2 Natureza jurídica do recurso subordinado
3.3.3 Condições de admissibilidade do recurso subordinado
3.3.3.1 Cabimento do recurso subordinado
3.3.3.1.1 Preexistência do recurso independente
3.3.3.1.2 Inadmissibilidade de ampliação das hipóteses de recurso subordinado
3.3.3.2 Legitimidade para interpor recurso subordinado
3.3.3.3 Interesse na interposição do recurso subordinado
3.3.3.4 Tempestividade do recurso subordinado
3.3.3.5 Regularidade formal do recurso subordinado
3.3.3.6 Preparo do recurso subordinado
3.3.4 Procedimento do recurso subordinado
3.3.5 Julgamento do recurso subordinado
2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DOS RECURSOS
4. Princípios fundamentais em matéria de recursos
5. Princípio do duplo grau na unidade do processo
5.1 Fundamentos do princípio do duplo grau
5.2 Base política do princípio do duplo grau
5.3 Base técnica do princípio do duplo grau
6. Princípio da taxatividade
6.1 Recursos previstos na codificação processual
6.2 Recursos previstos nas leis extravagantes
6.3 Constitucionalidade das restrições à recorribilidade
6.4 Exceções ao princípio da taxatividade
7. Princípio da singularidade
8. Princípio da fungibilidade
8.1 Casos de dúvida objetiva
8.2 Admissibilidade do princípio da fungibilidade
8.3 Condições da aplicação do princípio da fungibilidade
8.4 Efeitos do reconhecimento da impropriedade do recurso
9. Princípio da dialeticidade
9.1 Configuração da dialeticidade
9.2 Fundamento da dialeticidade
9.3 Requisitos da dialeticidade
10. Princípio da voluntariedade
11. Princípio da irrecorribilidade das interlocutórias
12. Princípio da complementaridade
13. Princípio da consumação
14. Princípio da proibição da reformatio in pejus
14.1 Aplicação e evolução do princípio da proibição da reformatio in pejus
14.2 Fundamento da reformatio in pejus
14.3 Espécies de reformatio in pejus
14.4 Limites da proibição da reformatio in pejus
14.4.1 Casos de inadmissibilidade da reformatio in pejus. O princípio dispositivo – fundamento da proibição – equaciona as hipóteses mais triviais
14.4.2 Casos de admissibilidade da reformatio in pejus
3. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE E JUÍZO DE MÉRITO DOS RECURSOS
15. Distinção entre a admissibilidade e o mérito do recurso
16. Juízo de admissibilidade
16.1 Natureza do juízo de admissibilidade
16.2 Competência para o juízo de admissibilidade
16.3 Forma do juízo de admissibilidade
16.4 Momento do juízo de admissibilidade
16.5 Objeto do juízo de admissibilidade
17. Juízo de mérito
17.1 Natureza do juízo de mérito
17.2 Competência para o juízo de mérito
17.3 Forma do juízo de mérito
17.4 Momento do juízo de mérito
17.5 Objeto do juízo de mérito
17.5.1 Relação entre o mérito da causa e o mérito do recurso
17.5.2 Causa de pedir do recurso
17.5.3 Pedido do recurso
4. CONDIÇÕES DE ADMISSIBILIDADE DOS RECURSOS
18. Classificação das condições de admissibilidade
19. Requisitos intrínsecos
19.1 Cabimento
19.1.1 Classificação dos atos recorríveis
19.1.2 Correlação entre atos decisórios e recursos
19.1.3 Equívocos do recorrente
19.2 Legitimidade
19.2.1 Legitimidade da parte
19.2.2 Legitimidade do Ministério Público
19.2.3 Legitimidade do terceiro
19.2.4 Legitimidade do juiz e dos seus auxiliares
19.2.5 Legitimidade do advogado
19.3 Interesse em recorrer
19.3.1 Utilidade do recurso
19.3.2 Necessidade do recurso
19.4 Inexistência de fato impeditivo ou extintivo
19.4.1 Renúncia
19.4.1.1 Distinção das figuras afins
19.4.1.2 Natureza da renúncia
19.4.1.3 Requisitos da renúncia
19.4.1.4 Oportunidade da renúncia .
19.4.1.5 Efeitos da renúncia
19.4.2 Desistência
19.4.2.1 Distinção das figuras afins
19.4.2.2 Natureza da desistência
19.4.2.3 Espécies de desistência
19.4.2.4 Requisitos da desistência
19.4.2.5 Oportunidade da desistência
19.4.2.6 Efeitos da desistência
19.4.3 Aquiescência
19.4.3.1 Distinção das figuras afins
19.4.3.2 Natureza da aquiescência
19.4.3.3 Espécies de aquiescência
19.4.3.4 Requisitos da aquiescência
19.4.3.5 Oportunidade da aquiescência
19.4.3.6 Efeitos da aquiescência
19.4.4 Depósito prévio da multa
19.4.5 Conformidade do ato com súmula de tribunal superior
19.4.6 Inexistência de repercussão geral da questão constitucional
20. Requisitos extrínsecos
20.1 Tempestividade
20.1.1 Quantitativo do prazo
20.1.2 Contagem do prazo: termo inicial
20.1.3 Contagem do prazo: natureza e ampliações
20.1.4 Contagem do prazo: suspensão e interrupção
20.1.5 Controle da tempestividade
20.2 Regularidade formal
20.2.1 Petição escrita
20.2.2 Identificação das partes
20.2.3 Causa de pedir ou fundamentação do recurso
20.2.4 Pedido de reforma ou de invalidação
20.2.5 Demais requisitos
20.3 Preparo
20.3.1 Dispensa do preparo
20.3.2 Relevação da deserção
21. Efeitos do juízo de admissibilidade
5. EFEITOS DOS RECURSOS
22. Classificação dos efeitos dos recursos
23. Efeito obstativo
24. Efeito devolutivo
24.1 Fundamento do efeito devolutivo
24.2 Conceito de efeito devolutivo
24.3 Espécies de devolução
24.4 Objeto da devolução
24.5 Órgão destinatário da devolução
24.6 Exclusão do benefício comum através do efeito devolutivo
24.7 Devolução das questões discutidas
24.8 Devolução das questões de ordem pública
24.9 Extensão subjetiva da devolução
24.9.1 Espécies de litisconsórcio
24.9.2 Fundamento e âmbito de incidência da extensão subjetiva
24.9.3 Requisitos da extensão subjetiva
24.9.4 Disciplina das despesas processuais
25. Efeito suspensivo
25.1 Fundamento do efeito suspensivo
25.2 Conceito de efeito suspensivo
25.3 Objeto do efeito suspensivo
25.3.1 Efeitos dependentes da suspensão
25.3.2 Efeitos independentes da suspensão
25.3.3 Efeitos subordinados ao trânsito em julgado
25.3.4 Efeito suspensivo reflexo
25.4 Termo inicial e termo final do efeito suspensivo
25.5 Extensão do efeito suspensivo
25.6 Recursos suspensivos
25.7 Recursos não suspensivos
25.8 Concessão ope legis do efeito suspensivo
25.9 Concessão ope iudicis do efeito suspensivo
25.10 Antecipação dos efeitos da pretensão recursal
26. Efeito substitutivo
26.1 Fundamento do efeito substitutivo
26.2 Conceito do efeito substitutivo
26.3 Espécies de efeito substitutivo
26.4 Objeto da substituição
26.5 Efeitos da substituição
6. PROCEDIMENTO DOS RECURSOS NO TRIBUNAL
27. Disposições comuns aos recursos e demais causas
28. Função dos tribunais no julgamento dos recursos
29. Fase da distribuição do recurso
29.1 Registro do recurso no protocolo
29.2 Distribuição do recurso
29.3 Remessa à secretaria do órgão fracionário e conclusão ao relator
30. Procedimento abreviado do julgamento dos recursos
30.1 Objeto da decisão do relator
30.1.1 Exclusão do agravo interno, dos embargos de declaração contra acórdãos e dos embargos infringentes
30.1.2 Exclusão das ações impugnativas e dos sucedâneos recursais
30.2 Fundamentos da decisão do relator
30.2.1 Recurso inadmissível
30.2.2 Recurso prejudicado
30.2.3 Recurso improcedente
30.2.4 Recurso em contraste com súmula ou jurisprudência dominante
30.2.5 Recurso procedente (decisão em contraste com súmula ou jurisprudência dominante)
30.3 Momento da decisão do relator
30.4 Forma da decisão do relator
31. Fase inicial do procedimento completo
31.1 Atribuições gerais do relator
31.2 Abertura de vista ao Ministério Público
31.3 Requisitos da exposição do relator
31.4 Conclusão ao revisor
31.4.1 Casos de revisão obrigatória
31.4.2 Casos de revisão facultativa
31.4.3 Casos de dispensa de revisão
31.4.4 Atribuições do revisor
31.4.5 Consequências da falta de revisão
31.4.6 Consequências da falta de participação do revisor no julgamento
31.5 Designação de dia de julgamento
31.6 Publicação da pauta de julgamento
31.6.1 Caráter público ou reservado da sessão
31.6.2 Requisitos da publicação
31.6.3 Prazo de espera da sessão
31.6.4 Afixação da pauta na entrada da sala de sessões
31.6.5 Consequências do adiamento
31.7 Vinculação do juiz através do “visto”
31.8 Distribuição de cópias do relatório
32. Fase intermediária do procedimento do recurso
32.1 Etapas do julgamento
32.2 Abertura da sessão
32.3 Ordem dos julgamentos: precedência obrigatória dos agravos
32.4 Ordem dos julgamentos: as preferências legais e voluntárias
32.5 Exposição do relator
32.6 Debate oral
32.6.1 Casos de admissibilidade da sustentação oral
32.6.2 Prazo da sustentação oral
32.6.3 Conteúdo da sustentação oral
32.6.4 Sustentação oral do Ministério Público
32.6.5 Atitude dos julgadores perante a sustentação oral
32.7 Deliberação do órgão fracionário
32.7.1 Publicidade e garantias da deliberação
32.7.2 Quórum da deliberação
32.7.3 Ordem da deliberação
32.7.3.1 Conceito de questão preliminar
32.7.3.2 Espécies de questões preliminares
32.7.3.3 Efeitos da apreciação das preliminares
32.7.3.4 Iniciativa da suscitação da preliminar
32.7.3.5 Ordem de votação das preliminares
32.7.3.6 Consequências do julgamento da preliminar
33. Incidentes no julgamento dos recursos
33.1 Uniformização da jurisprudência
33.1.1 Pressupostos da uniformização
33.1.1.1 Julgamento pendente
33.1.1.2 Dissídio jurisprudencial
33.1.2 Legitimidade para suscitar a uniformização
33.1.3 Oportunidade para suscitar a uniformização
33.1.4 Competência para admitir o incidente
33.1.5 Procedimento inicial da uniformização
33.1.6 Procedimento final da uniformização
33.1.7 Efeito da deliberação: o precedente
33.1.8 Retorno do processo ao órgão originário
33.2 Declaração incidental de inconstitucionalidade
33.2.1 Objeto da arguição de inconstitucionalidade
33.2.2 Legitimidade para arguir a inconstitucionalidade
33.2.3 Oportunidade da arguição de inconstitucionalidade
33.2.4 Procedimento inicial da arguição da constitucionalidade
33.2.4.1 Audiência do Ministério Público na arguição
33.2.4.2 Apreciação da arguição no órgão de origem
33.2.4.3 Rejeição da arguição de inconstitucionalidade
33.2.4.4 Desnecessidade da renovação do controle de constitucionalidade
33.2.4.5 Acolhimento da arguição de inconstitucionalidade
33.2.4.6 Descumprimento da cláusula de reserva do plenário
33.2.5 Procedimento final da arguição da constitucionalidade
33.2.5.1 Órgão competente para declarar a inconstitucionalidade
33.2.5.2 Designação da data de julgamento da arguição
33.2.5.3 Remessa de cópias do acórdão
33.2.5.4 Intervenção de terceiros na arguição de inconstitucionalidade.
33.2.5.5 Quórum para declarar a inconstitucionalidade
33.2.5.6 Efeitos da pronúncia da inconstitucionalidade
33.2.5.7 Recorribilidade do pronunciamento incidental
33.2.6 Retomada do julgamento no órgão fracionário
33.3 Afetação do julgamento
33.3.1 Oportunidade da afetação
33.3.2 Pressupostos da afetação
33.3.3 Iniciativa da afetação
33.3.4 Desnecessidade de acórdão para afetar o julgamento
33.3.5 Assunção ou rejeição da competência
33.3.6 Escolha de novo relator
33.3.7 Efeitos do julgamento em caso de afetação
33.4 Conversão do julgamento em diligência
33.4.1 Prazo da diligência
33.4.2 Remessa dos autos ao juízo a quo
33.4.3 Prosseguimento do julgamento
33.4.4 Desnecessidade de acórdão
33.5 Adiamento do julgamento por vista
33.5.1 Legitimidade para pedir ou tomar vista
33.5.2 Oportunidade do pedido de vista
33.5.3 Prazo da vista
33.5.4 Consequências da inobservância do prazo
34. Fase final do procedimento completo
34.1 Formação do pronunciamento do órgão fracionário
34.1.1 Dualidade de votos
34.1.2 Igualdade de votos
34.1.3 Disparidade de votos
34.2 Proclamação do resultado
34.2.1 Requisitos da proclamação
34.2.2 Retificação da proclamação
34.3 Modificação do voto
34.4 Designação de redator para o acórdão
34.5 Requisitos do acórdão
34.5.1 Designação da peça representativa do julgamento colegiado
34.5.2 Elementos do acórdão
34.5.3 Forma do acórdão
34.6 Publicação do acórdão
34.7 Baixa dos autos ao juízo de origem
Parte II
RECURSOS EM ESPÉCIE
7. APELAÇÃO
35. Origem histórica da apelação
36. Avaliação crítica da finalidade da apelação
37. Cabimento da apelação
37.1 Critério original do cabimento da apelação
37.2 Critério vigente do cabimento da apelação
37.3 Casos de exclusão da apelação
37.4 Cabimento da apelação contra sentença definitiva
37.5 Cabimento da apelação contra sentença terminativa
38. Efeitos da interposição da apelação
38.1 Efeito devolutivo da apelação
38.1.1 Material da cognição em primeiro grau
38.1.2 Relação entre o objeto da apelação e o objeto do processo
38.1.3 Dimensões do efeito devolutivo na apelação
38.1.4 Extensão do efeito devolutivo da apelação
38.1.4.1 Efeito devolutivo parcial e total da apelação
38.1.4.2 Efeito devolutivo da apelação no processo cumulado (efeito expansivo).
38.1.4.3 Efeito devolutivo da apelação contra sentença terminativa
38.1.4.4 Efeito devolutivo da apelação quanto às questões de ordem pública
38.1.4.5 Efeito devolutivo da apelação contra sentença definitiva
38.1.5 Profundidade do efeito devolutivo
38.1.5.1 Efeito devolutivo da apelação na cumulação de causas e de fundamentos da defesa
38.1.5.2 Efeito devolutivo da apelação na cumulação de pedidos
38.1.5.3 Efeito devolutivo da apelação quanto às questões da mesma classe
38.1.5.4 Efeito devolutivo quanto às questões anteriores à sentença
38.1.6 Efeito devolutivo no processo à revelia
38.2 Efeito suspensivo
38.2.1 Apelação sem efeito suspensivo
38.2.1.1 Sentença homologatória da divisão e demarcação
38.2.1.2 Sentença condenatória em alimentos
38.2.1.3 Sentença proferida no processo cautelar
38.2.1.4 Sentença de rejeição liminar ou improcedência dos embargos
38.2.1.5 Sentença de procedência da instituição de arbitragem
38.2.1.6 Sentença confirmatória da antecipação de tutela
38.2.1.7 Sentença de interdição.
38.2.1.8 Demais casos de apelação sem efeito suspensivo
38.2.1.9 Casos controversos de apelação sem efeito suspensivo.
38.2.1.9.1 Sentença nas possessórias
38.2.1.9.2 Sentença no atentado
38.2.1.9.3 Sentença no depósito
38.2.1.9.4 Sentença no usufruto forçado de móvel ou de imóvel
38.2.1.9.5 Sentença no processo cumulado
38.2.2 Proibição de inovar
38.2.3 Cumprimento provisório da sentença
38.2.4 Meios para alcançar a suspensão ope iudicis
39. Interposição da apelação
39.1 Considerações gerais
39.2 Forma da interposição da apelação
39.3 Conteúdo da petição de apelação
39.3.1 Indicação do apelante e do apelado
39.3.2 Exposição dos fundamentos do recurso
39.3.3 Formulação do pedido de nova decisão
39.3.4 Produção da prova documental e indicação dos demais meios de prova
39.4 Suprimento dos defeitos da petição
40. Suscitação de questões novas na apelação
40.1 Fundamentos da apelação limitada
40.2 Questões novas independentes da alegação de força maior
40.2.1 Questões de direito não suscitadas na origem
40.2.2 Questões de fato passíveis de apreciação ex officio
40.2.3 Questões de fato constantes do processo
40.2.4 Questões de fato supervenientes
40.2.5 Necessidade de contraditório prévio
40.3 Questões novas dependentes da alegação de força maior
41. Recebimento da apelação
41.1 Controle da admissibilidade da apelação
41.2 Controle do mérito da apelação
41.3 Declaração dos efeitos do recebimento da apelação
42. Procedimento subsequente da apelação em primeiro grau
42.1 Abertura de prazo para resposta
42.2 Renovação do controle da admissibilidade
42.3 Incidente de adesão
42.4 Retratação da sentença
42.5 Abertura de vista ao Ministério Público
42.6 Remessa do processo ao tribunal
43. Julgamento da apelação no tribunal
44. Efeitos do julgamento da apelação
44.1 Efeitos do julgamento do mérito da apelação
44.2 Correção dos vícios de congruência da sentença
44.3 Proibição da reformatio in pejus na apelação
44.4 Condenação nas despesas da sucumbência
8. AGRAVOS
45. Origem histórica do agravo
46. Avaliação crítica da finalidade do agravo
47. Espécies de agravo
48. Regimes do agravo
49. Cabimento do agravo no primeiro grau
49.1 Admissibilidade do agravo contra liminar em mandado de segurança
49.2 Inadmissibilidade do agravo contra as omissões do órgão judiciário
50. Cabimento do agravo no tribunal
50.1 Admissibilidade do agravo interno contra o ato do relator que nega seguimento aos embargos infringentes
50.2 Admissibilidade do agravo interno contra ato do relator que julga a apelação e o agravo de instrumento interpostos contra pronunciamentos de primeiro grau
50.2.1 Limites à impugnação do ato do relator
50.2.2 Prazo de interposição do agravo interno
50.2.3 Procedimento do agravo interno
50.2.3.1 Forma e endereçamento do agravo interno
50.2.3.2 Desnecessidade de contraditório no agravo interno
50.2.3.3 Desnecessidade da inclusão em pauta do agravo interno
50.2.3.4 Desnecessidade de intimação do Ministério Público
50.2.3.5 Impossibilidade de sustentação oral
50.2.3.6 Retratação do provimento
50.2.4 Efeitos da interposição do agravo interno
50.2.5 Julgamento do agravo interno
50.2.6 Efeitos do julgamento do agravo interno
50.2.7 Aplicação de multa ao agravante
50.3 Admissibilidade do agravo interno contra ato do relator que julga o agravo de instrumento interposto contra o ato que não admitiu recursos especial e extraordinário
50.4 Inadmissibilidade do agravo interno (e de mandado de segurança) contra o ato do relator que atribui efeito suspensivo ou antecipa os efeitos da pretensão recursal
50.5 Admissibilidade do agravo interno contra ato do relator que julga de plano conflito de competência
50.6 Admissibilidade do agravo interno contra ato do presidente do tribunal que suspende decisão liminar ou sentença
50.7 Admissibilidade do agravo interno contra ato do presidente de tribunal superior, de seção, de turma ou de relator
51. Procedimento do agravo de instrumento
51.1 Interposição do agravo de instrumento
51.1.1 Forma da interposição e endereçamento ao tribunal competente
51.1.2 Conteúdo e forma da petição de agravo de instrumento
51.1.3 Prazo do agravo de instrumento
51.1.4 Comunicação da interposição ao juízo de primeiro grau
51.2 Distribuição do agravo de instrumento
51.3 Providências do relator
51.3.1 Julgamento liminar do agravo de instrumento
51.3.2 Conversão do agravo de instrumento em retido
51.3.3 Suspensão dos efeitos da decisão agravada e antecipação dos efeitos da pretensão recursal
51.3.4 Requisição de informações ao juiz da causa
51.3.5 Intimação do agravado
51.3.6 Intimação do Ministério Público
51.4 Conteúdo e forma da resposta do agravado
51.5 Retratação da decisão e seus efeitos
51.6 Providências subsequentes
52. Procedimento do agravo retido
52.1 Interposição oral do agravo retido
52.1.1 Prazo para interpor oralmente o agravo retido
52.1.2 Decisões objeto do agravo retido na forma oral
52.1.3 Registro da decisão e motivação do agravo retido
52.1.4 Interposição de agravo de instrumento das decisões proferidas em audiência
52.1.5 Prazo de resposta do agravo retido interposto oralmente e da respectiva retratação
52.1.6 Legitimidade para agravar oralmente
52.2 Interposição do agravo retido através de petição
53. Efeitos da interposição dos agravos
53.1 Efeito devolutivo
53.1.1 Extensão do efeito devolutivo
53.1.2 Profundidade do efeito devolutivo
53.2 Efeito suspensivo
54. Julgamento dos agravos
54.1 Julgamento do agravo retido
54.2 Julgamento do agravo de instrumento
54.3 Conflito entre a retratação e o desprovimento do agravo de instrumento
55. Efeitos do julgamento dos agravos
9. EMBARGOS INFRINGENTES
56. Origem histórica dos embargos infringentes
57. Finalidade do recurso: avaliação crítica
58. Denominação do recurso
59. Cabimento dos embargos infringentes
59.1 Acórdãos (não unânimes) embargáveis
59.2 Extensão da divergência
59.3 Acórdão (não unânime) proferido em apelação
59.4 Acórdão (não unânime) proferido em rescisória
60. Efeitos da interposição dos embargos infringentes
60.1 Efeito devolutivo dos embargos infringentes
60.1.1 Extensão do efeito devolutivo nos embargos infringentes
60.1.1.1 Embargos infringentes parciais
60.1.1.2 Consequências da falta de motivação do voto vencido
60.1.2 Profundidade do efeito devolutivo nos embargos infringentes
60.2 Efeito suspensivo dos embargos infringentes
61. Procedimento dos embargos infringentes
61.1 Prazo de interposição dos embargos infringentes
61.2 Forma e conteúdo da petição de interposição dos embargos infringentes
61.3 Preparo dos embargos infringentes
61.4 Formação do contraditório nos embargos infringentes
61.5 Controle da admissibilidade dos embargos infringentes pelo relator
61.6 Impugnação do juízo negativo de admissibilidade proferido pelo relator
61.7 Efeitos do julgamento do agravo interno contra o ato do relator dos embargos infringentes
61.8 Procedimento dos embargos infringentes no órgão ad quem
62. Julgamento dos embargos infringentes
10. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
63. Origem e evolução histórica dos embargos de declaração
64. Conceito e natureza jurídica dos embargos de declaração
65. Avaliação crítica dos embargos de declaração
66. Cabimento dos embargos de declaração
66.1 Provimentos embargáveis
66.1.1 Cabimento dos embargos de declaração contra sentenças
66.1.2 Cabimento dos embargos de declaração contra acórdãos
66.1.3 Cabimento dos embargos de declaração contra decisões interlocutórias
66.1.4 Cabimento dos embargos de declaração contra decisões do relator
66.1.5 Cabimento dos embargos de declaração contra despachos
66.2 Defeitos típicos embargáveis
66.2.1 Omissão (prequestionamento)
66.2.1.1 Caracterização da omissão
66.2.1.2 Causa da omissão
66.2.1.3 Objeto da omissão.
66.2.1.4 Prequestionamento
66.2.2 Obscuridade
66.2.3 Contradição
66.2.4 Dúvida
66.3 Defeitos atípicos embargáveis
66.3.1 Erros materiais
66.3.2 Erros de fato
67. Efeitos da interposição dos embargos de declaração
67.1 Efeito devolutivo dos embargos de declaração
67.2 Efeito suspensivo dos embargos de declaração
67.3 Efeito interruptivo dos embargos de declaração
67.3.1 Objeto do efeito interruptivo
67.3.2 Contagem do prazo interrompido ou suspenso
67.3.3 Destinatários da interrupção ou da suspensão
67.3.4 Efeito interruptivo dos embargos de declaração inadmissíveis
68. Procedimento dos embargos de declaração
68.1 Interposição dos embargos de declaração
68.2 Controle da admissibilidade pelo relator
68.3 Abertura de prazo para resposta do embargado
68.4 Prazo para julgamento dos embargos de declaração
69. Julgamento dos embargos de declaração
69.1 Competência para julgar os embargos de declaração
69.2 Dispensa da intimação prévia das partes
69.3 Impossibilidade de debate oral
69.4 Julgamento dos embargos de declaração no tribunal
70. Efeitos do julgamento dos embargos de declaração
70.1 Efeito modificativo
70.1.1 Efeito infringente
70.1.2 Integração do julgamento dos embargos ao provimento impugnado
70.2 Limites à reformatio in pejus nos embargos de declaração
70.3 Reiteração dos embargos de declaração
70.3.1 Casos de inadmissibilidade da reiteração dos embargos de declaração
70.3.2 Repressão aos embargos manifestamente protelatórios
70.3.2.1 Problema de política legislativa
70.3.2.2 Destinatários da sanção pecuniária
70.3.2.3 Caracterização do manifesto caráter protelatório
70.3.2.4 Reiteração da sanção pecuniária nos embargos protelatórios
70.3.2.5 Cumulação de sanções pecuniárias nos embargos protelatórios
11. RECURSO ORDINÁRIO
71. Origem e evolução do recurso ordinário
72. Natureza do recurso ordinário
73. Confronto e semelhanças entre o recurso ordinário e a apelação
74. Definição de recurso ordinário
75. Avaliação crítica do recurso ordinário
76. Cabimento do recurso ordinário
76.1 Cabimento do recurso ordinário contra provimentos colegiados
76.1.1 Natureza e conteúdo do provimento denegatório
76.1.2 Caráter final do provimento denegatório
76.1.3 Denegação de mandado de segurança
76.1.4 Denegação de habeas data
76.1.5 Denegação de mandado de injunção
76.1.6 Denegação de habeas corpus
76.2 Cabimento do recurso ordinário contra provimentos singulares
77. Condições de admissibilidade do recurso ordinário
77.1 Cabimento do recurso ordinário: fungibilidade
77.2 Legitimidade para interpor recurso ordinário
77.3 Prazo da interposição do recurso ordinário
77.4 Regularidade formal do recurso ordinário
77.5 Preparo do recurso ordinário
78. Efeitos da interposição do recurso ordinário
78.1 Efeito devolutivo
78.2 Efeito suspensivo
79. Procedimento do recurso ordinário
79.1 Procedimento do recurso ordinário no órgão a quo
79.2 Procedimento do recurso ordinário no órgão ad quem
80. Efeitos do julgamento do recurso ordinário
12. RECURSO EXTRAORDINÁRIO
81. Origem e evolução histórica do recurso extraordinário
82. Função constitucional do recurso extraordinário
83. Denominação do recurso
84. Cabimento do recurso extraordinário
84.1 Condições genéricas do cabimento do recurso extraordinário
84.1.1 Esgotamento das vias recursais ordinárias
84.1.1.1 Recorribilidade dos provimentos de primeiro grau
84.1.1.2 Recorribilidade dos provimentos de segundo grau
84.1.2 Prequestionamento da questão constitucional
84.1.3 Ofensa direta à norma constitucional
84.1.4 Repercussão geral da questão constitucional
84.1.4.1 Confronto entre a repercussão geral e a arguição de relevância
84.1.4.2 Origem da repercussão geral
84.1.4.3 Localização da repercussão geral no juízo de admissibilidade
84.1.4.4 Fatores que determinam a existência e a inexistência da repercussão geral
84.2 Condições específicas do cabimento do recurso extraordinário
84.2.1 Provimento que contraria norma constitucional
84.2.2 Provimento que declara a inconstitucionalidade de tratado ou de lei federal
84.2.3 Provimento que julga válida lei ou ato de governo local contestado perante norma constitucional
84.2.4 Provimento que declara válida lei local contestada perante lei federal
85. Efeitos da interposição do recurso extraordinário
85.1 Efeito devolutivo do recurso extraordinário
85.2 Efeito suspensivo do recurso extraordinário
85.2.1 Caráter provisório da execução na pendência do extraordinário
85.2.2 Competência para atribuir efeito suspensivo ao extraordinário
85.2.3 Forma da obtenção do efeito suspensivo no extraordinário
85.2.4 Requisitos para obtenção do efeito suspensivo no extraordinário
86. Procedimento do recurso extraordinário
86.1 Procedimento do recurso extraordinário no tribunal de origem
86.1.1 Prazo de interposição do extraordinário
86.1.1.1 Termo inicial do prazo do extraordinário perante decisão embargável
86.1.1.2 Necessidade de interposição simultânea dos recursos extraordinário e especial
86.1.1.3 Controle da tempestividade do recurso interposto no protocolo integrado
86.1.2 Forma e conteúdo da interposição do recurso extraordinário
86.1.2.1 Endereçamento da petição de interposição ao órgão competente
86.1.2.2 Regularidade formal do recurso extraordinário
86.1.2.2.1 Identificação das questões de fato e constitucional
86.1.2.2.2 Demonstração do cabimento do extraordinário.
86.1.2.2.3 Demonstração da repercussão geral da questão constitucional
86.1.2.2.4 Exposição das razões para o provimento do extraordinário
86.1.2.2.5 Pedido de reforma ou de invalidação do provimento recorrido
86.1.3 Preparo do recurso extraordinário
86.1.4 Formação do contraditório no recurso extraordinário
86.1.5 Incidente de adesão ao recurso extraordinário
86.1.6 Retenção obrigatória do recurso extraordinário
86.1.6.1 Constitucionalidade do regime de retenção do recurso extraordinário
86.1.6.2 Pressupostos da retenção do recurso extraordinário
86.1.6.3 Destino do recurso extraordinário no curso da retenção
86.1.6.4 Momento e forma da reiteração do extraordinário retido
86.1.7 Decisão de admissibilidade do recurso extraordinário
86.1.8 Suspensão dos recursos extraordinários múltiplos
86.1.9 Interposição de agravo contra a decisão de inadmissibilidade do extraordinário
86.1.9.1 Prazo de interposição do agravo para o STF
86.1.9.2 Regularidade formal do agravo para o STF
86.1.9.3 Motivação do agravo para o STF
86.1.9.4 Trâmites do agravo no órgão de origem
86.1.9.5 Procedimento do agravo no STF
86.1.9.6 Interposição de agravo interno contra ato do relator no STF
86.2 Procedimento do recurso extraordinário no STF
87. Efeitos do julgamento do recurso extraordinário
87.1 Efeitos da inadmissibilidade do extraordinário
87.2 Efeitos do julgamento do mérito do extraordinário
87.2.1 Eficácia substitutiva do provimento impugnado
87.2.2 Eficácia da declaração da inconstitucionalidade
87.2.2.1 Extensão da eficácia do julgamento pelo Senado Federal
87.2.2.2 Formulação de regra jurídica abstrata.
87.2.3 Declaração da existência de repercussão geral
87.3 Impugnação do julgamento do recurso extraordinário
13. RECURSO ESPECIAL
88. Localização do recurso especial no quadro geral dos recursos
89. Origem do recurso especial
90. Finalidade constitucional do recurso especial
91. Denominação do recurso
92. Cabimento do recurso especial
92.1 Condições genéricas do cabimento do recurso especial
92.1.1 Esgotamento das vias recursais ordinárias
92.1.2 Prequestionamento da questão federal
92.2 Condições específicas do cabimento do recurso especial
92.2.1 Caracterização da questão federal
92.2.2 Provimento que contraria ou nega vigência a tratado ou lei federal
92.2.3 Provimento que julga válido ato do governo local perante lei federal
92.2.4 Provimento que confere à lei federal interpretação divergente de outro tribunal
92.2.4.1 Identidade do objeto do dissídio
92.2.4.2 Natureza federal do dissídio
92.2.4.3 Atualidade do dissídio
92.2.4.4 Diversidade de tribunais no dissídio.
93. Efeitos da interposição do recurso especial
93.1 Efeito devolutivo do recurso especial
93.2 Efeito suspensivo do recurso especial
93.2.1 Caráter provisório da execução na pendência do recurso especial
93.2.2 Competência para atribuir efeito suspensivo ao recurso especial
93.2.3 Forma da obtenção do efeito suspensivo no recurso especial
93.2.4 Requisitos para obtenção do efeito suspensivo no recurso especial
94. Procedimento do recurso especial
94.1 Procedimento do recurso especial no tribunal de origem
94.1.1 Prazo de interposição do recurso especial
94.1.1.1 Recurso especial interposto antes da intimação
94.1.1.2 Controle da tempestividade do recurso especial no protocolo integrado
94.1.2 Forma e conteúdo da petição de interposição do recurso especial
94.1.2.1 Endereçamento da petição de interposição do recurso especial.
94.1.2.2 Regularidade formal no recurso especial
94.1.2.2.1 Identificação das questões de fato e federal.
94.1.2.2.2 Demonstração do cabimento do recurso especial
94.1.2.2.3 Comprovação do dissídio jurisprudencial
94.1.2.2.4 Exposição das razões para o provimento do recurso especial
94.1.2.2.5 Pedido de reforma ou de invalidação do provimento recorrido
94.1.3 Preparo do recurso especial
94.1.4 Formação do contraditório no recurso especial
94.1.5 Incidente de adesão no recurso especial
94.1.6 Retenção obrigatória do recurso especial
94.1.6.1 Casos de derrogação do regime de retenção
94.1.6.2 Disciplina do regime de retenção
94.1.6.3 Meios para obter a subida imediata do recurso especial
94.1.7 Decisão de admissibilidade do recurso especial
94.1.7.1 Seleção dos recursos representativos das causas com idêntica questão
94.1.7.2 Suspensão dos demais recursos nas causas com idêntica questão
94.1.8 Interposição do agravo contra a decisão de inadmissibilidade do recurso especial
94.1.8.1 Prazo de interposição do agravo para o STJ
94.1.8.2 Regularidade formal do agravo para o STJ
94.1.8.3 Motivação do agravo para o STJ .
94.1.8.4 Trâmites do agravo no tribunal de origem
94.1.8.5 Procedimento do agravo no STJ
94.1.8.6 Interposição de agravo interno contra ato do relator no STJ.
94.1.9 Interposição conjunta dos recursos especial e extraordinário e a repercussão geral
94.2 Procedimento do recurso especial no STJ
94.2.1 Procedimento comum do recurso especial
94.2.2 Procedimento do recurso especial nas causas com idêntica questão de direito
95. Efeitos do julgamento do recurso especial
95.1 Efeitos da inadmissibilidade do recurso especial
95.2 Efeitos do julgamento do mérito do recurso especial
14. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA
96. Origem e evolução histórica dos embargos de divergência
97. Finalidade dos embargos de divergência
98. Avaliação crítica dos embargos de divergência
99. Cabimento dos embargos de divergência
99.1 Atributos do acórdão embargado
99.2 Atributos do acórdão paradigma
100. Condições de admissibilidade dos embargos de divergência
100.1 Cabimento dos embargos de divergência: fungibilidade
100.2 Prazo de interposição dos embargos de divergência
100.3 Regularidade formal dos embargos de divergência
100.3.1 Demonstração da divergência
100.3.2 Comprovação da divergência
100.4 Preparo dos embargos de divergência
101. Efeitos da interposição dos embargos de divergência
101.1 Efeito devolutivo dos embargos de divergência
101.2 Efeito suspensivo dos embargos de divergência
102. Procedimento dos embargos de divergência
102.1 Competência para julgar os embargos de divergência no STF
102.2 Competência para julgar os embargos de divergência no STJ
102.3 Atitudes iniciais do relator
102.4 Abertura de vista ao embargado
102.5 Abertura de vista ao Ministério Público
102.6 Atitudes subsequentes do relator
102.6.1 Retratação do juízo positivo de admissibilidade
102.6.2 Julgamento do mérito dos embargos de divergência
102.6.3 Pedido de dia para julgamento
103. Julgamento dos embargos de divergência
104. Efeitos do julgamento dos embargos de divergência
Parte III
DEMAIS MEIOS DE IMPUGNAÇÃO
15. SUCEDÂNEOS RECURSAIS
105. Definição de sucedâneo recursal no direito brasileiro
106. Origem e evolução dos sucedâneos recursais
107. Reexame necessário
107.1 Origem e evolução histórica da apelação ex officio
107.2 Institutos similares à apelação ex officio no direito estrangeiro
107.3 Natureza jurídica do reexame necessário
107.4 Cabimento do reexame necessário
107.5 Efeitos da pendência do reexame necessário
108 Correição parcial
108.1 Origem e evolução histórica da correição parcial
108.2 Natureza jurídica da correição parcial
108.3 Cabimento da correição parcial
108.4 Efeitos da interposição da correição parcial
109. Pedido de reconsideração
109.1 Origem e evolução histórica do pedido de reconsideração
109.2 Cabimento do pedido de reconsideração
109.3 Efeitos da interposição do pedido de reconsideração
110. Suspensão da liminar
110.1 Origem e evolução histórica da suspensão da liminar
110.2 Natureza jurídica da suspensão da liminar
110.3 Cabimento da suspensão da liminar
110.4 Efeitos da interposição da suspensão da liminar
111. Agravo regimental
111.1 Origem e evolução histórica do agravo regimental
111.2 Natureza jurídica do agravo regimental
111.3 Cabimento do agravo regimental
111.4 Efeitos da interposição do agravo regimental
BIBLIOGRAFIA
ÍNDICE LEGISLATIVO
ÍNDICE ONOMÁSTICO
OUTRAS OBRAS DO AUTOR
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