Coordenador: José Roberto dos Santos Bedaque
Coordenador: Luiz Guilherme Marinoni
Autor: Aluisio Gonçalves de Castro Mendes
Sumário – Ações coletivas no
direito comparado nacional
AGRADECIMENTOS
PREFÁCIO à 1.ª edição – José Carlos Barbosa Moreira
APRESENTAÇÃO à 1.ª edição – Luiz Guilherme Marinoni
INTRODUÇÃO
Parte I – Uma tentativa de definição para as ações coletivas e o papel
da tutela coletiva
UMA TENTATIVA DE DEFINIÇÃO
PARA AS AÇÕES COLETIVAS
O PAPEL DAS AÇÕES COLETIVAS
NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO DO MUNDO CONTEMPORÂNEO
As ações coletivas e o acesso
à Justiça
As ações coletivas como medida
de economia judicial e processual
As decisões contraditórias
proferidas em processos individuais e as
ações coletivas: o princípio da igualdade diante da lei e a (falta de)
segurança jurídica
As ações coletivas como
instrumento para o equilíbrio das partes no processo
Parte II – As ações coletivas
no direito comparado INGLATERRA
Evolução histórica
O ressurgimento das ações
coletivas, o relatório Woolf e o novo Código de Processo Civil para a
Inglaterra e País de Gales
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Evolução histórica
As class actions no direito contemporâneo
A estrutura da Regra 23
Pré-requisitos para a class action
A parte representativa deve integrar a classe
Numerosidade e inviabilidade do litisconsórcio
Existência de questões comuns de fato ou de direito
Identidade de pretensões ou defesas entre o representante e a
classe
Representação adequada
As espécies de class actions
As ações de classe para compatibilidade de conduta – Rule 23(b)(1)(A)
As ações de classe da Rule 23(b)(1)(B)
As ações de classe da Rule 23(b)(2)
A ação de classe em razão de questão comum
ou indenizatória: a Rule
23(b)(3)
ITÁLIA
Antecedentes históricos
O papel da doutrina italiana
As idéias precursoras de Mauro
Cappelletti
A realidade contemporânea e
os novos interesses coletivos
A necessidade de adequação
do direito processual à exigência de
tutela dos interesses coletivos
As concepções processuais e
as dificuldades políticas e psicológicas para a superação da visão
tradicionalista
As maiores dificuldades
jurídicas para a realização do acesso à Justiça dos interesses coletivos
Legitimação
As garantias processuais dos membros ausentes
Os limites subjetivos e objetivos da coisa julgada
A necessidade de provimentos adequados para a
tutela dos interesses coletivos
A obra de Vincenzo Vigoriti
O quadro evolutivo e atual das
ações coletivas na Itália
ALEMANHA
Visão geral
As Verbandsklagen (ações
associativas)
PORTUGAL
Interesses difusos
O tratamento constitucional
A produção legislativa
infraconstitucional
A ação popular (coletiva)
portuguesa
CANADÁ
FRANÇA
ESPANHA
AUSTRÁLIA
NOTÍCIA SOBRE AS AÇÕES
COLETIVAS EM OUTROS PAÍSES
Argentina
Israel
China
O CÓDIGO MODELO
IBERO-AMERICANO E AS DIRETIVAS DA UNIÃO EUROPÉIA
O Código Modelo (ou Tipo) de
Processo Civil Ibero-americano
As Diretivas da União Européia
O Código Modelo de Processos
Coletivos da Ibero-América
SÍNTESE E CONCLUSÕES DO
DIREITO COMPARADO
A espécie de previsão e o
âmbito de eficácia dentro do ordenamento
jurídico
Legitimatio ad causam
Os interesses coletivos e as
espécies cabíveis de prestação jurisdicional
Os sistemas de vinculação (opt-in, opt-out e eficácia secundum eventum
litis)
Parte III – Ações coletivas no Brasil
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
O desenvolvimento inicial das
ações coletivas no Brasil
A construção do sistema atual
do direito processual coletivo
Os anteprojetos de Código
Brasileiro de Processos Coletivos e o Projeto de nova Lei da Ação Civil Pública
A nova Lei do Mandado de
Segurança Individual e Coletivo
INTERESSES OU DIREITOS DIFUSOS,COLETIVOS E INDIVIDUAIS
HOMOGÊNEOS
A definição dos conceitos por
lei
Os interesses
Interesses públicos, privados
e sociais
Os interesses ou direitos
Parâmetros para a
interpretação legal
Interesses difusos e coletivos
(stricto sensu): interesses essencialmente coletivos (lato sensu)
A definição legal
O caráter essencialmente
coletivo: unitariedade
Os aspectos distintivos
entre interesses difusos e coletivos: determinação das pessoas e existência de
vínculo
Interesses individuais
homogêneos: interesses acidentalmente coletivos – A defesa coletiva dos
direitos individuais
COMPETÊNCIA
Generalidades
Critérios de determinação
Modo de definição (iter)
Competência concorrente,
relativa e absoluta
A competência para as ações
coletivas na Lei da Ação Civil Pública e
no Código de Defesa do Consumidor
A competência no Projeto da
nova Lei da Ação Civil Pública
LEGITIMAÇÃO PARA AGIR NAS
AÇÕES COLETIVAS
Legitimatio ad causam
A natureza da legitimação nas
ações coletivas
Os sistemas de legitimação
para as ações coletivas e os órgãos e pessoas legitimadas no direito brasileiro
A legitimação do Ministério
Público
Associações e sindicatos
A situação do indivíduo diante
dos interesses coletivos: inafastabilidade da prestação jurisdicional e
legitimação extraordinária
A Defensoria Pública
A legitimação nos anteprojetos
de Código Brasileiro de Processos Coletivos
A legitimação no Projeto de
nova Lei da Ação Civil Pública
Litispendência e coisa
julgada
Generalidades
A litispendência e a coisa
julgada diante do art. 104 do Código de Defesa do Consumidor
Os efeitos do julgamento nas
ações coletivas
A inconstitucionalidade do
art. 2.º-A da Lei 9.494/97
A litispendência e a coisa
julgada na nova Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo
A litispendência e a coisa
julgada no Projeto da nova Lei da Ação Civil Pública
LIQUIDAÇÃO, cumprimento de
julgado E EXECUÇÃO
A necessidade de novos rumos
para o processo coletivo e para a execução: a instrumentalidade e a efetividade
do processo
As possibilidades em termos de
sentença favorável aos direitos individuais homogêneos no direito vigente
A melhor interpretação para o
art. 95 do Código de Defesa do Consumidor
O Código Modelo de Processos
Coletivos para os países ibero-americanos
As diretrizes no Projeto da
nova Lei da Ação Civil Pública e o processo sincrético
SÍNTESE E CONCLUSÕES DO
DIREITO NACIONAL
BIBLIOGRAFIA
ANEXOS
REGRA 23 DAS CLASS
ACTIONS NORTE-AMERICANAS
CÓDIGO MODELO DE
PROCESSOS COLETIVOS PARA IBERO-AMÉRICA
PROJETO da nova lei
DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA (PL 5.139 – substitutivo
de 15.09.2009)
NOVA LEI DO MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL E COLETIVO (Lei 12.016/2009)
O estudo das ações coletivas é, atualmente, de importância fundamental, tendo em vista sua inserção no II Pacto Republicano do Governo brasileiro, por uma Justiça mais acessível, ágil e eficiente, capaz de dar tratamento especializado à resolução dos conflitos de massa.
A presente obra, agora em 2.ª edição, vem ao encontro dessa necessidade, compondo um painel abrangente. Dividida em três partes, busca, inicialmente, estabelecer um conceito para as ações coletivas e definir o papel da tutela coletiva. Na 2.ª Parte, faz um estudo do tema no Direito estrangeiro, incluindo 12 países, e, ainda, analisa o Código Modelo Ibero-Americano e as Diretivas da União Europeia, encerrando com síntese e conclusões a respeito. Na 3.ª Parte, analisa as ações coletivas no Brasil. Em anexo, a obra traz a Regra 23 das class actions norte-americanas, o Código Modelo de Processos Coletivos para Ibero-América, o Projeto de Lei 5.139, de nova ação civil pública, e a nova Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo (n. 12.016/2009).
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